Quando você olha para qualquer indivíduo na face da Terra, você não está vendo o indivíduo real: estais vendo “o seu conceito dele”, e não há nada que saibas sobre ele que seja verdadeiro.
Não faz diferença se você está vendo-o com olhos de julgamento, crítica ou condenação, ou, por outro lado, se você está pensando nele como um modelo de indivíduo virtuoso. Em ambos os casos, é apenas um conceito dele, e em ambos os casos, está errado.
Você pode muito bem não perder seu tempo pensando mal ou bem desse indivíduo, porque em ambos os casos você está errado, e em nenhum dos casos você está trazendo qualquer cura ou saúde para ele. Mesmo quando você está pensando o melhor sobre ele, você não está o beneficiando. Há apenas um momento em que você pode ajudar qualquer indivíduo na face da Terra, e é quando você pode fechar os olhos para a aparência e ir direto para Deus:
“Deus é a Alma do ser individual;
Deus é a Vida;
Deus é o Único Ser.
Deus governa, motiva e anima o ser individual.”
Então você está dando um tratamento perfeito, você está orando por este indivíduo, você está apoiando a mão dele; mas no minuto em que você pensa em um indivíduo como sendo bom ou gentil, você não está o beneficiando de forma alguma. Você está realizando “a prática ilusória” dele porque você está o segurando em um bom estado humano. E isto é apenas outra forma do “estado” humano, e às vezes “os bons e os maus” se encontram um com o outro. O bom se torna mau um dia, e o mau se torna bom no dia seguinte.
Se você realmente quer abençoar um indivíduo, você vai se lembrar que Deus anima e Deus permeia o ser dele porque Deus é o Único Ser verdadeiro, a Vida e a Alma do ser individual. Pare de pensar em um indivíduo no tratamento. Olhe para além do indivíduo, para onde você não pode ver nem um bom conceito dele, nem um mau conceito, e perceba:
“Deus é o Único Princípio criativo; portanto, Deus fez todos os indivíduos à Sua própria imagem e semelhança. Deus constitui o ser individual. Deus ama seu filho amado e Deus tem estado com seu filho ao longo de todas as eras. Deus tem animado e permeado a consciência de Seu filho e Deus se realiza como Seu filho.”
“Quão maravilhosos são Teus caminhos, ó Deus— não quão maravilhosos és tu, ó homem. Quão maravilhosos são os Teus caminhos, ó Pai, que Tu manténs o homem à Tua imagem e semelhança. Tu és seu apoio; Tu sustentas a sua mão direita; Tu és quem apoia, fornece, mantém e o sustenta.”
Nunca penso nas Maria’s, ou nos João’s. Apenas penso como é maravilhoso que Deus ame Seus filhos, que Deus os apoia e os sustenta, que Deus os permeia, que Deus os anima, e que Deus é seu verdadeiro ser, para que não haja separação ou divisão.
Nenhum pecado de omissão ou comissão pode nos separar do amor de Deus, nem
qualquer erro que alguma vez tenhamos cometido. Nós vivemos, nos movemos e temos o nosso ser em Deus. Estamos estudando não para trazer Deus à nossa experiência ou para encontrar Deus, mas para ter nossos olhos abertos, para sermos despertados para a Verdade de que agora já somos os filhos de Deus.
Francis Thompson escreveu:
O peixe sobe para encontrar o oceano,
A águia mergulha para encontrar o ar—
O que pedimos às estrelas em movimento
Se há rumores de ti lá?
O peixe sobe para encontrar o oceano? Não, o peixe está no oceano. A águia mergulha para encontrar o ar? Não, a águia está no ar. Estudamos para encontrar Deus? Não, nós estamos em Deus. Meditamos para encontrar Deus? Não, nós estamos em Deus. Oramos para obter a Graça de Deus? Não, estamos na Graça de Deus. Temos algo a fazer no mundo sobre o nosso relacionamento com Deus, exceto a perceber a Presença d’Ele?
Agora somos os filhos de Deus e agora estamos vivendo, nos movendo e tendo o nosso ser em Deus. Agora a Graça de Deus nos sustenta. Estudamos apenas por causa de uma crença universal de que não estamos na Graça de Deus e estamos tentando voltar para Deus. Mas nunca deixamos Deus— nunca deixamos o Céu. Sempre estivemos no Céu, embora tenhamos aceitado em nossas mentes um senso de separação de Deus. A verdade é que nós nunca estivemos, e nunca poderemos estar separados de Deus: nós só aceitamos um senso de separação de Deus.
Nosso relacionamento com Deus é individual. Não tem nada a ver com mais ninguém no mundo. Ninguém pode ajudá-lo e ninguém pode impedi-lo. Portanto, em nossa meditação diária, devemos nos sentar e perceber:
“Eu e o Pai somos um; portanto, a Identidade de Deus está se expressando como Eu, e a Abundância de Deus está fluindo através de mim.”
Algumas pessoas podem achar difícil aceitar isso porque acreditam que o seu suprimento depende dos seus negócios, seus investimentos ou da sua herança; muitas mulheres acreditam que o seu suprimento depende dos seus maridos; os praticantes, que o seu suprimento depende dos seus pacientes; ou professores, que o seu suprimento depende dos seus alunos. Seu suprimento não depende de nenhuma dessas coisas, mas da realização consciente da sua unidade com Deus.
Dentro de si mesmo, você tem que se libertar:
“Deus é o meu Suprimento. Meu relacionamento com Deus constitui minha abundância, e é porque Eu sou um com Deus que tenho abundância— não porque sou casado, tenho pacientes, estudantes, ou um negócio. Mesmo que eu não tenha nada disto, ainda assim o meu relacionamento com Deus é: Eu e o Pai somos um, e tudo o que o Pai tem é meu”. “A harmonia do meu ser depende só da realização da minha unicidade com Deus. A harmonia do meu corpo, a harmonia das minhas finanças, a harmonia dos meus relacionamentos no mundo— tudo isso não depende do que os outros pensam, digam ou fazem. Não faz qualquer diferença quantas crises existam ou venham a existir.” “Meu suprimento depende apenas da realização da minha unicidade com Deus. A minha unicidade com Deus constitui a harmonia do meu ser. Minha unicidade com Deus constitui a plenitude da minha saúde, da minha riqueza e do meu suprimento. Minha unicidade consciente com Deus me dá verdade suficiente para atender a todas as necessidades humanas.” “Não sou dependente de pessoa, lugar ou coisa. Assim como nenhuma pessoa, lugar ou coisa no mundo pode afetar a minha demonstração. Minha demonstração é a demonstração da minha unicidade com Deus, e isso ocorre dentro da minha própria consciência.”
“Aqui e agora me dedico a esta verdade: Eu e o Pai somos um, e tudo o que o Pai tem é meu. Deus é a Fonte do meu ser; Deus é a Atividade do meu ser. Minha relação de unicidade com Deus constitui minha harmonia, e minha unicidade com Deus constitui a aliança e a harmonia total de meu ser, meu corpo, minhas finanças e meus relacionamentos.” “Tenho tudo na realização de que só Deus é o meu ser. Ninguém externo a mim pode intrometer-se ou interferir no meu relacionamento com Deus. Unicidade é o meu relacionamento com Deus e essa unicidade consciente ninguém pode tirar de mim, nem ninguém pode acrescentar nada a mim.” “Porque amo o meu próximo como a mim mesmo, sei e declaro que esta verdade é uma verdade universal; é a verdade sobre todos na face da Terra. Oro para que a Graça de Deus desperte todos na Terra para o infinito do seu próprio ser, para que ninguém na Terra possa nunca mais invejar o outro, sentir ciúmes do outro, ou cobiçar os bens do outro, seja individualmente, nacionalmente ou internacionalmente, já que a Graça de Deus é a sua suficiência.”
“A partir deste momento, adoto como meu modo de vida esta declaração: A Graça de Deus é a minha suficiência em todas as coisas. Não olho mais para o homem, mulher ou criança. Não discuto ou luto com o homem, mulher ou criança. A Graça de Deus é a minha suficiência em todas as coisas e, daqui em diante e para sempre, olho apenas para o Pai, para o Infinito do meu bem.”
Joel – Livro: Nossos Recursos Espirituais – Capítulo 2.
Categorias:Ensinamentos Joel S. Goldsmith

🌹🌹🌹AloHa🌹🌹🌹
Enviado do meu iPhone
CurtirCurtir
Impressionante o qto cada publicação última tem falado com meu ser na íntegra. Agradeço em glórias o milagre liberado em entender de fato Deus como ser único em todos. Sem discussões e lutas sigo no inviolável da graça. Alohando na nova Jerusalém!
CurtirCurtir