Pratique o Descanso no Eu Cristo!

À medida que liberamos a falsa consciência, “Doravante, não conhecemos nenhum homem segundo a carne, pois tudo o que está ali sou Eu, Cristo invisível, Eu mesmo, indiviso de mim mesmo, aqui onde o espaço parece estar ou lá onde o tempo parece estar. Eu, Eu, não estou no tempo ou no espaço. Esses são falsos estados de consciência, mas Eu, Eu, estou em toda parte e não há tempo. Existe apenas o eterno agora de mim mesmo, que é você mesmo.”

Pratique o descanso no Eu Cristo. Pratique ao longo do dia. Pare e pergunte a si mesmo: “Como estou negando que eu sou o Eu Cristo em todos os lugares?” Você encontrará muitos lugares onde estará caindo, mesmo quando pensa que está se levantando, e então faça a breve correção. E não se surpreenda quando fizer essas correções diante da luz interior que começa a brotar dentro de você para lhe assegurar que você está trilhando o caminho do Espírito.

Eu o escolhi e você saberá ao longo do caminho que é escolhido ao fazer esses ajustes internos toda vez que reservar um tempo para se lembrar de que, se eu não negar que “Eu, Cristo, em todos os lugares é meu nome”, o Pai expressará Sua vontade perfeita através de mim, como e em mim, pois estou vivendo pelo Espírito infinito indivisível que é meu nome.

O “Eu” de você é o Cristo, que é a luz do mundo. Por trás do mundo que você vê está Eu, a sua luz, o Cristo, em todos os lugares. Negue-o, perca-o. Aceite-o e ele se tornará a lei da sua vida, perfeito como o Pai.

(…) Para onde mais você pode sair da humanidade? Somente para a individualidade espiritual. E como você se eleva da humanidade? Você percebe que ela não foi criada por Deus. E, portanto, ela não tem existência. Ou você morre na humanidade ou morre para a humanidade. Você vê a escolha? Você morre na mortalidade ou morre para ela. Esse é o milagre. Nos é dada a escolha. Permanecer humano e se tornar uma estatística. Aceitar Eu Cristo e caminhar pelo fogo.

A ascensão não ocorre após a morte. Esse erro monumental de que ascendemos após a morte não é de forma alguma o ensinamento de Cristo. Ascensão é a consciência que sobe o topo da montanha até o Eu Cristo agora. Agora, somos Eu Cristo.

(…) E assim levamos isso para o nosso coração secreto. Isso nos elevará acima das nuvens do pensamento mundano, acima de toda autossugestão, acima das sombras passageiras da forma, acima do transitório. Isso nos elevará àquele lugar onde tenho substância, alimento, onde sou alimentado apenas por Deus, onde posso dizer: “Deus me enviou, Deus está se expressando como Eu, Deus é o meu ser.” Não há separação entre o Eu Cristo e Deus e, portanto, não há um segundo poder que possa se exercer sobre o seu ser quando ele é o Eu Cristo inseparável de Deus. Todo falso senso de poder é encerrado. A doença chegou ao senso mortal do eu. Ela não chega ao Eu Cristo. Todos os erros, todos os males, todos os falsos poderes humanos, todos os falsos poderes materiais são parte da escuridão dissolvida pela luz do Eu Cristo.

Imagine, na primeira frase deste capítulo, que não podemos continuar como seres humanos, devemos sair da humanidade. Liberte o homem. Comece consigo mesmo. Liberte todo o conceito de um homem humano, uma mulher humana, uma criança humana. Tire-se do senso de humanidade. Tire todos que você conhece do senso de humanidade. Aceite-os como são, como seres Divinos. Liberte-os do conceito de um eu moribundo.

Herb Fitch – Trechos da Aula 5: “O Milagre Do Eu Cristo”

Meditando sobre Nossa Verdadeira Identidade

“Eu e o Pai somos um” é um relacionamento eterno. Tudo que posso entreter, é um senso de separação de Deus, nunca uma separação de Deus. Agora como faço para superar o senso de separação de Deus, sabendo a verdade, de que Eu nunca me separo de Deus e que nem todos os pecados que eu possa cometer ou já cometi me separará do amor de Deus e nem toda a falta ou limitação me convencerá de que Eu e o Pai nos separamos ou estamos á parte um do outro. E nem todas as doenças até a morte, me farão acreditar de que Deus me abandonou, apesar do fato de que no momento possa estar entretendo um senso de separação de Deus, mas Eu vou quebrar esse senso de separação, silenciosamente, não tentando fazer uma demonstração aqui no espaço ou no tempo, mas retirando-se aqui, ficando muito quieto e começando de novo com tudo que aprendi nas escrituras ou metafísica para me assegurar da natureza permanente do meu ser. Minha verdadeira identidade: 

Antes que Abraão existisse Eu sou. Eu vou viver até a eternidade, Eu nunca serei abandonado nem esquecido, Eu nunca vou ficar sem a vida de Deus, ou o amor de Deus, ou espírito de Deus e a alma de Deus. E se por alguma razão eu tenha ou estou sujando aquele templo de Deus, há muita água e sabão, vou esfregá-lo com a percepção de que a verdadeira natureza do meu ser é Deus, embora Paulo diga que “o bem que eu gostaria não faço o mal que eu não gostaria eu faço.” Sim isso faz parte da nossa natureza humana temporária mas, “esquecendo-se as coisas que são passadas olhando para o futuro e para frente.” Agora começamos subir a um novo, e se posso ser generoso suficiente para perdoar meu próximo 70 x 7; certamente possa ser tão generoso comigo mesmo e me perdoar 70 vezes 7, sabendo que no fundo do Meu ser Eu sou o puro e na profundidade do meu ser meus motivos são puros nas profundezas do Meu ser estou limpo e qualquer impureza que haja em mim, representa apenas aquele mesmerismo do mundo humano que eu não superei completamente e mesmo grande Mestre não superou até depois da ressurreição quando ele disse “Eu venci o mundo.”

Quando superamos nossa morte somos ressuscitados, não o tipo de morte funerária, a morte de morrer diariamente. Quando morremos diariamente até chegarmos a realização consciente do nosso verdadeiro ser então também diremos “Eu venci o mundo.” 

O que constitui “Eu venci o mundo”? Quando eu não mais odeio, tenho medo, amo, adoro, confio em alguém ou em qualquer coisa no mundo e ainda amo porque vejo o Espírito de Deus no centro, então “Eu venci o mundo.” 

Quando posso olhar para todos no mundo e reconhecer que não estou vendo eles. Eles são invisíveis por isso era tão difícil para todos ver Jesus em seu verdadeiro ser, até que Pedro reconhecido por “Tu és o Cristo” e é assim você ficará olhando para mim, dizendo tu és Joel, até que um dia você olha através dessa aparência e diga: Não, “Tu és o Cristo!”

Eu te saúdo, o Cristo de Deus!

Joel – Trechos da vídeo aula: Nossa Verdadeira Identidade



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