Lave Seu Corpo Místico


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Trechos Transcritos da Aula

Herb: Porque, depois de nos dar um curso completo sobre o que Cristo pode fazer nesta terra, Cristo não para por aí e diz: “Vejam o que Eu fiz”, ele diz: “Façam o mesmo, sigam-me o caminho que descrevi é o caminho para todo homem. O reino que mencionei ao revelar as harmonias invisíveis de Deus onde quer que o homem tenha visto discórdia; este reino está próximo agora, o que você está esperando? Você não pode caminhar nele como um ser mortal. Você aprendeu sobre Cristo; agora seja Cristo.”

(…) E se você aprender o caminho de liberar seu pensamento e receber o pensamento Divino, então, através do que talvez seja chamado de transmutações do pensamento, o pensamento em você sendo Divino em vez de humano, ele está se externalizando como seu mundo em vez de pensamento mortal e você começará a manifestar harmonias Divinas. E esse é o significado da Terra sendo transformada em céu. “Os mansos herdarão a terra.” Aqueles que são mansos à palavra Divina, ao pensamento Divino, são capazes de ser um canal através do qual a Terra é transformada em céu pelo processo de externalização do pensamento Divino. Mas isso, é claro, nos leva à necessidade, não da mente do homem, mas da mente de Cristo. Pois a mente de Cristo faz precisamente isso. O pensamento Divino movendo-se através da mente de Cristo se externaliza como o reino dos céus na Terra. Mas se vocês são perfeitos como o Pai, se vocês são o Cristo de Deus, se vocês são filhos de Deus; então vocês devem ter a mente de Cristo. Não se trata de adquiri-la. Ela deve ser sua agora, como um fato. E, portanto, a mente de Cristo, que é sua agora, é o que você está negando quando está em pensamento mortal ou humano. Você está naquela mente que não é a mente de Cristo. E, portanto, torna-se necessário cear à mesa com Cristo.

Agora, esta ceia é uma ceia espiritual onde eles estão aprendendo a Verdade espiritual. E todos nós aprendemos muito da letra da Verdade, mas abruptamente o Mestre se levanta. Ele se levanta da ceia. Agora também devemos nos levantar da ceia. Temos aprendido a letra, mas vocês devem renascer da água e do espírito. A letra não é suficiente e, portanto, embora jantem à mesa onde aprendem a letra da Verdade, vocês devem se levantar da ceia e devem sair e agir. Os atos externos do homem devem estar em conformidade com o ensinamento interno. Não basta saber. O interior deve ser o Mestre do exterior e o exterior deve obedecer ao interior e sair e se levantar da letra para a atividade do Espírito tornada visível.

Em Lucas, somos informados de que houve dissensão entre os discípulos; cada um tinha suas próprias ideias sobre onde estaria no novo reino. A direita e a esquerda, que posição ocuparia, como o mundo o olharia e o admiraria por ser um dos escolhidos. E este foi o momento perfeito para o Mestre se levantar e mostrar-lhes algo completamente diferente. Esta promessa feita em Mateus, de que alguns ali não morreriam até que o Filho do Homem entrasse em seu reino; isso não poderia ser cumprido por aqueles que estavam preocupados com quem se sentaria à direita ou à esquerda, ou quem seria secretário e quem seria tesoureiro, quem seria diácono e quem não seria. Eles precisavam saber de coisas mais profundas.

Ele teve que se elevar da letra e levá-los agora para a lavagem do Corpo Místico. Você, quando há sujeira em seu braço ou em seu corpo, você a lava. Assim é com o Corpo Místico. E a coisa que você tem que lavar do seu Corpo Místico é o seu corpo mortal. Essa é a escuridão que obscurece o Corpo Místico. Assim como lavamos a sujeira do braço, devemos lavar a mortalidade para que o Corpo Místico possa brilhar. E esse não é um batismo externo, é um batismo interno. É o segundo batismo. É o batismo de Cristo. E até passarmos pelo batismo de Cristo, não estamos lavando a escória da mortalidade para que o Corpo Místico possa brilhar.

E agora cada ato tem um significado. Muito cuidadosamente, ele mostrará precisamente pelo que cada um deve passar. Mas primeiro, há uma declaração importante aqui: “Sabendo Jesus que o Pai lhe havia dado todas as coisas em suas mãos, e que viera de Deus, e para Deus voltava.” Antes de se levantar da ceia, essa declaração é feita. Ele sabia que todas as coisas lhe foram dadas. Sendo Jesus o Cristo, devemos dizer, então, que todas as coisas foram dadas ao Cristo. Mas o que isso significa precisamente para nós?

Vamos voltar agora, vamos voltar à profecia feita na época de seu nascimento. Você a encontrará em Lucas 1:28 a 35. Onde o anjo aparece a Maria e nos fala sobre o poder que será dado a Jesus. Lucas 1:28. “O anjo entrou onde ela estava e disse: Salve, agraciada! O Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres.” Mais alguns versículos: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai, e reinará sobre a casa de Jacó para sempre; e do seu reino não haverá fim”… do seu reino não haverá fim. Agora, isto se refere a Cristo. E este é o Cristo que se levanta, ressuscitando da ceia, que sabe que todas as coisas lhe foram dadas. Este, então, é o Cristo de Deus aparecendo na terra, ensinando discípulos ostensivamente, mas na verdade ensinando a todos, em todos os lugares e em todos os tempos, que são discípulos do Cristo interior.

“Todas as coisas lhe foram dadas.” Agora, vamos esclarecer isso. Vimos que a profecia foi feita na época da Imaculada Conceição; que Cristo seria onipotente na Terra. Essa foi realmente uma declaração de que Cristo é onipotente na Terra. Essa é a declaração de que Cristo em Você é onipotente agora. Que Cristo em todos os lugares é Cristo em você. E que somente a onipotência de Cristo está nesta Terra. E tudo o que não é essa onipotência não é poder algum, mas ilusão de poder. Que todo o chamado poder no pecado e na doença, no mal e na morte, no erro e na destruição é ilusão de poder. Pois Cristo é poder e Cristo é amor e, portanto, aquilo a que damos poder em tudo o que não é Amor é a nossa negação da onipotência de Cristo, da identidade de Cristo; o Cristo em todos os lugares sendo o poder do Amor. Nossa negação não muda o fato. Nossa negação apenas nos separa da experiência daquilo que estamos negando.

Todo o poder lhe foi dado. Este é o Cristo onipotente. E Cristo é o seu Nome. E assim, o Corpo Místico dependerá da sua aceitação, da sua aceitação do Cristo onipotente como identidade para que você possa experimentar o Corpo Místico.

Cristo demonstrará no exterior, no visível, uma pantomima (representação/expressão) que lhe falará sobre o seu Corpo Místico. E este é o Cristo que é onipotente, de modo que, se você compreender, se você aceitar, se você seguir, se você viver conforme as instruções; se você tiver a capacidade, a vontade e o desejo de viver conforme as instruções de Cristo, então a onipotência de Cristo se torna para você uma experiência viva do seu Ser. E você caminha em um Corpo Místico no reino de Deus na Terra. É por isso que aqueles que recebem o Cristo onipotente em si mesmos como sua Realidade não podem morrer. Porque Cristo é Vida e, se você definiu seu objetivo ao receber o Cristo Místico como seu Ser, isso por si só é suficiente para que você não morra até que o Cristo chegue à sua consciência.”

(…) Acho que vale a pena dedicarmos um tempo para delinear cuidadosamente outras passagens da Bíblia que falam da onipotência de Cristo. Uma delas é a profecia de Daniel. Isso é antes do anjo Gabriel aparecer para Maria. Você encontrará isso no sétimo capítulo de Daniel, no versículo treze. Você deve se lembrar de que a profecia feita através de Daniel, embora proferida por seus lábios, foi feita pelo próprio Cristo sobre si mesmo. É por isso que um profeta pode profetizar espiritualmente. É Cristo no profeta que faz a profecia. E então é Cristo em Maria, aparecendo como Gabriel, que faz a mesma profecia sobre a aparição de Jesus.

Daniel 7:13. “Eu estava olhando as visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino, o que não será destruído.”

O reino de Cristo está sendo mencionado. Um reino que não passará. Um reino de domínio e glória. Esse é o reino de Cristo em você. Isso serve para enfatizar a necessidade de se voltar para o Cristo do seu Ser, deixando de lado o senso mortal de si mesmo. Primeiro, de Daniel, uma profecia vinda por muitos outros incidentalmente, depois de Gabriel para Maria. Finalmente, Jesus Cristo faz suas próprias declarações sobre isso. Encontramos em Mateus 28, versículo 18:

“Todo o poder me foi dado no céu e na terra.” Cristo Jesus diz, Cristo em você diz, este é o ponto importante, Cristo em cada um de nós diz: “Todo o poder me foi dado no céu e na terra.”

(…) Sabemos onde encontrar esse poder. Em Mateus 11:27: “Todas as coisas me foram entregues por meu Pai.” Ao Filho em você, Cristo, o Pai entrega todas as coisas. Não há como confundir sua intenção; é nos ensinar que Cristo em nós recebe todas as coisas do Pai. “E ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Se você deseja conhecer a Deus, só pode conhecê-Lo como Cristo; não como um ser mortal. Deus não o conhece como um ser mortal; Deus conhece o Cristo e o Cristo conhece a Deus. E não importa o quanto professemos o amor a Deus, até que estejamos vivendo, sendo o próprio Cristo, não conhecemos a Deus. Não ressuscitamos da ceia. Ainda estamos falando palavras.

(…) Indo um pouco além de onde estamos em João, vamos olhar para 17:14. Capítulo 17, versículo 2. Isso está bem próximo da crucificação e, em sua oração, o Mestre diz, falando de Cristo, o Filho: “Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que ele dê a vida eterna a todos quantos lhe deste.” Cristo em você tem poder sobre toda a carne e dá vida eterna a todos os que lhe são dados. Quando você se volta para Cristo em você, a onipotência de Cristo em você tem poder sobre toda a carne e pode e garante a Vida eterna.

(…) “Levantou-se da ceia, tirou as suas vestes, tomou uma toalha e cingiu-se” Vamos analisar a frase “Deixando de lado suas vestes”. Você já deve saber que Cristo Jesus estava nos mostrando novamente aquilo que ele já havia experimentado completamente. Que ele era um indivíduo imaculadamente concebido em virtude de já ter feito a transição antes do nascimento. E você já ouviu de Joel que, após a transição, você tem a opção de retornar à forma, à aparência da forma, em uma missão. Em outras palavras, você retorna não para expiar o carma, como todos costumam fazer, mas porque, como um indivíduo transcendente, você tem uma missão a cumprir na Terra. Portanto, você retorna não porque o carma o obriga; você retorna voluntariamente.

Isso seria chamado de “Depor as vestes”. Veja bem, você depõe suas vestes celestiais após ter transcendido, você vive no universo espiritual, em vestes espirituais, vestes celestiais, e se voluntariando para retornar à aparência chamada forma, você depõe essas vestes e volta e pega uma toalha. Você troca suas vestes celestiais pelas vestes da terra. Agora, Jesus, nesta declaração muito simples, por meio de pantomima, estava nos dizendo que ele já havia transcendido em uma vida anterior, que havia retornado voluntariamente e que havia deposto suas vestes celestiais. E que Cristo, por meio dele, está expressando um ensinamento sobre como podemos fazer a mesma transição que ele realizou antes da Imaculada Conceição por meio de Maria.

Agora vamos depor nossas vestes de uma maneira diferente, porque vai levar um tempo até chegarmos ao lugar onde estaremos no mundo após a transição. Depomos nossas vestes. Depomos certas atitudes. Depomos a veste da mortalidade. Depomos a arrogância da humanidade. Depomos o desejo de ser alguém importante. Depomos tudo o que prejudica a livre expressão de Cristo.


(…) Devemos romper essa casca externa que diz: “Este sou eu”. E devemos ver que não há nenhum “eu” presente: Cristo está presente e não localizado dentro dessa casca chamada “eu”. Cristo está lá e lá começamos a expandir a expressão de Cristo. Nos levantamos da ceia. Vivemos a consciência de Cristo em todos. Em vez de olhar com os olhos que veem o mundo das pessoas, pela fé olhamos com o olho interior que vê o único Cristo invisível em todos. E isso é pegar a toalha.

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Isso é começar a estabelecer a necessidade de um senso de Amor que a pessoa não é capaz de ter. Um senso de Amor que transcende nossas atitudes normais. Este é um senso de Amor que emana do conhecimento de que Cristo é Amor e eu não posso estar fora do Amor. Nem posso ser ignorante do Amor, imune ao Amor ou opaco ao Amor. Devo expressar o Amor, pois essa é a natureza de Cristo e, até que eu expresse o Amor, estou negando minha própria Cristandade. Até que eu expresse o Amor, não estou aceitando a natureza universal de Cristo em todos os lugares.

(…)“Então, depois de lhes ter lavado os pés, tomou as suas vestes e, sentando-se novamente, disse-lhes: Sabeis o que vos fiz? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque Eu o sou… Permanecei em mim.” [Quase chegamos ao capítulo 16.] “Ora, se Eu, sendo Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.”

Quando você pára e reflete sobre isso, o que Cristo estava fazendo externamente era algo que já vinha sendo feito há muito tempo. Esses discípulos tiveram seus pés lavados e suas orelhas esfregadas muitas vezes pelo amor divino. Ele estava simplesmente mostrando-lhes agora que foi o amor divino que os escolheu. O amor divino que os estava ensinando. O amor divino que os estava guiando para fora da escuridão da mortalidade, para fora da escuridão das vidas reencarnadas para a Vida eterna. Oh, eles já haviam sido lavados antes, mas agora isso estava sendo trazido à sua atenção; mesmo assim, eles não conseguiam entender que haviam sido lavados pelo amor de Cristo desde o momento em que ele os escolheu. “Sigam-me.” O amor de Cristo já os tinha visto como eles eram. E quando nos dizem: “Façam aos seus irmãos o que eu faço a vocês, lavem os pés deles”, isso não é algo que você possa dizer: “Ah, eu entendo, isso é muito bom, é muito gentil”. Significa vá e faça. E como eu disse antes, sou grato que muitos entre vocês estejam fazendo isso. Não apenas vendo um bom vizinho, um bom sujeito, uma boa pessoa, um bom escoteiro, mas sabendo que você está olhando através da forma física para o Corpo Místico e aceitando o Cristo invisível ali.

Se não fizermos isso neste ponto específico, não nos abriremos, não lavaremos o Corpo Místico. Não nos transformaremos. E você não pode fazer distinções. Amigo ou inimigo. Todos se enquadram na mesma lavagem dos pés. E você não pode pegar uma bacia e fazer isso. Você tem que lavá-los com o reconhecimento de Cristo. E, ao fazer isso, é o Cristo em você que está lavando o Cristo de você em seu vizinho, em seu filho, em sua esposa, em seu marido, em seus pais. Em todos os lugares onde você lava os pés, você só aceita o Cristo invisível que está diante de você aparecendo como forma. Você lava os pés de uma nação inteira. Você lava os pés dos habitantes desta terra. O que eles fazem, o que eles dizem a você não faz diferença. O que você sabe ser a Verdade é onde você vive. Em uma pequena e simples frase, ele nos diz como nos abrirmos para o Cristo:

“[Vocês] devem lavar os pés uns dos outros. Pois eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como eu fiz a vocês.”

(…) Temos que nos tornar servos de Cristo. E isso significa que temos que despersonalizar toda forma que vemos; pois a forma não é o Cristo. E você sabe que quando Joel nos ensina a despersonalizar Deus, ele tem um significado que nem sequer discutimos?

Para quem você está olhando? Você está olhando para Deus, não é? Onde você pode olhar onde Deus não está? Mas você está vendo uma pessoa; quando você despersonaliza e remove essa pessoa, quem está lá? Deus. Quando você despersonaliza Deus, você vê que Deus não é aquela pessoa. Mas Deus está lá. E, portanto, quando você sabe que a pessoa não está lá, mas Deus está, você despersonaliza Deus.

Você lavou os pés da forma diante de você e isso está te levando diretamente à percepção de que aqui está o Cristo, que é o espírito vivo de Deus. Impersonalizar Deus é lavar os pés de toda forma. E quando você tiver feito isso o suficiente para sentir sua própria essência, que não vive no conceito chamado forma, você estará pronto para começar a experimentar a infinitude do Ser. A forma não. A forma nunca pode experimentar a infinitude do Ser. Mas somente quando você tiver alcançado alguma consciência da Essência do seu Ser, o Ser Crístico, você começará a entrar na infinitude de Cristo.

E assim, depois de lavar o Corpo Místico várias vezes, aceitando o Cristo, deleitando-se no conhecimento de que estou na Mente Divina agora, a Mente Divina é minha mente, você chegará à onipresença do seu Ser. Não como palavras, mas como experiência. Onde há um lugar onde você não está? A forma está apenas onde aparece. Mas o Cristo está em todos os lugares.

(…) Como Filhos, deixamos de ser pais. Somos filhos do Pai. E como filhos do Pai, tomamos a palavra do Pai como o caminho da Vida. E essa palavra é: seja servo de Cristo. Ouça Cristo. Volte-se para Cristo. Aceite a presença de Cristo em você, onde quer que você esteja e em todos os lugares; antes de ir, saiba que Cristo está para onde você está indo. Quando chegar, saiba que Cristo ainda está de onde você veio. Torne-se consciente de Cristo em você em todos os lugares até que você possa aceitar que, até onde os olhos podem ver e além, Cristo é o meu Eu. Esta é uma prática. Se você ouviu isso há dois anos, hoje é diferente por este motivo. Antes estávamos jantando à mesa, agora estamos passando para a ação daquilo que recebemos naquela ceia. Estamos vivendo isso. Estamos tornando-o carne. Carne espiritual. A Palavra está se tornando sua carne.

“Porque Eu vos dei o exemplo, para que façais como eu vos fiz. Em verdade vos digo que o servo não é maior do que o senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, felizes sois se as praticardes.” (João 13:15-17)


Herb Fitch – Seminário de 1972 “Realização da Unidade” – Aula 20

Para a transcrição completa acesse: https://drive.google.com/drive/folders/1rpfgFIbr1UWmvWVNrvG69v6_msEAY0lz?usp=sharing



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5 respostas

  1. Avatar de arquitetadaoracao

    NOSSAAAAA fiquei tanto “tempo” entre aspas sem entrar aqui, e agora entendo no discernir espiritual o porquê de tudo desse atemporal. É impressionante o qto q a consciência espiritual CRÍSTICA responde tudo e após viver a suspensão da atuação fictícia nada mais é necessário mesmoooooo( estado desipnotizante completo do completou) Basta apenas se manter na prática e improvável não acontecer qdo se vive de fato vida espiritual do agraciar..

    Fui lendo em meditação e percebendo o qto sempre vivi. OS ITENS FUNDAMENTAIS Q fazem PARTE DO LAVAR O CORPO MÍSTICO! TRANDUZEM MINHA VIVÊNCIA SOLAR D FATO! MUITÍSSIMO AGRADECIDA POR PODER SEMPRE ME LEVANTAR DA CEIA NATALINA CONSTANTE DIÁRIA. OS COMPÊNDIOS confirmam cada purificar do desmembrar do Deus É em mim! Muitíssimo agradecida Deia Crística Deus por permanentemente me abençoar. Te amo no Alohaaaaa completo consciente sem Defeito! Abraçaçoooo d renovo imparável!

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    • Celebro este instante, essa vivência tão bem internalizada, aprofundada e compartilhada, Eu não teria chegado sem a sua percepção tão rara, nesta expansão sempre Ualaté que jorra de ti…rendida para sempre ao sagrado que és e a todo legado do Caminho Infinito e a beleza de apreciar estas publicaçôes da irmã Deia onde podemos constatar a prática tão bem cumprida neste descanço do reconhecimento do Cristo Vivo em Nós…beijão de plenitude, amando o Amor que Somos

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  2. Avatar de jaimeamalmeida

    ??????AloHa??????

    Enviado a partir do Outlook para iOShttps://aka.ms/o0ukef ________________________________

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  3. Avatar de Evilasio Simoes Barbosa

    Obrigado pelo texto maravilhoso! Andréa, Feliz Ano Novo!

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