O Caminho Invisível Para A Graça – Final

Queremos saber como viver na mente de Cristo e não na mente humana, porque a mente de Cristo é nossa Unidade com o Pai. A mente de Cristo é alimentada pelo Pai. Através da mente de Cristo, nos tornamos conscientes de nosso corpo imortal. Através da mente de Cristo, nos submetemos ao governo de Deus e não há poder na Terra que possa funcionar destrutivamente contra nós quando estamos na mente de Cristo.

Tenham certeza de que, à medida que continuarmos nesta segunda parte, haverá métodos para realizarmos esta permanência. Cristo não deixou nada inacabado. Portanto, voltaremos em alguns instantes, digamos cinco ou seis, para continuar nossa unidade com o Pai através da Videira.

Queremos saber como viver na mente de Cristo e não na mente humana, porque a mente de Cristo é nossa Unidade com o Pai. A mente de Cristo é alimentada pelo Pai. Através da mente de Cristo, nos tornamos conscientes de nosso corpo imortal. Através da mente de Cristo, nos submetemos ao governo de Deus e não há poder na Terra que possa funcionar destrutivamente contra nós quando estamos na mente de Cristo.

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E então, dizemos: “Pai, qual é o teu método? Estamos dispostos.” E Cristo responde. Cristo nos dá a resposta no nono versículo:

“Como o Pai me amou, assim eu vos amei; permanecei no meu amor… permanecei no meu amor”

Agora amamos nossos filhos, amamos nossos parentes, amamos aqueles que concordam conosco. Amamos aqueles que fazem as coisas que gostamos que façam, mas há muitos que não amamos. Eles têm um jeito de fazer as coisas que não aprovamos. Alguns deles chamamos de inimigos. É a mente humana dizendo isso, mas Cristo amou cada momento em que caminhou na Terra em uma forma que chamamos de Jesus. Cristo amou o paralítico. Cristo amou o cego. Cristo amou o leproso. Essas não foram curas. Esses foram atos de amor. Amor revelando a identidade que estava ali onde os olhos humanos diziam: “Paralítico, cego, leproso”. Essa identidade era o Espírito invisível de Deus. Amor é o reconhecimento do Espírito invisível de Deus onde seus olhos humanos veem uma forma. Isso não é amor humano. Isso é amor de Cristo. E essa é a chave para toda cura, o amor de Cristo que vê o que Deus colocou ali, não o que os olhos humanos pensam que está ali.

O amor de Cristo diz: “Sim, eu vejo o aleijado, mas Deus fez um aleijado? Quem criou esse aleijado? Deus é o único Criador. Deus criou um leproso? Deus criou cegos?”

E, portanto, o amor de Cristo diz: “Eu amo o Pai supremamente e expresso esse amor conhecendo apenas o que o Pai colocou aqui.” O amor de Cristo diz: “Ali caminha o Filho invisível de Deus, aparecendo aos olhos humanos cego, leproso, aleijado, carente, faminto, doente, sofrendo, morrendo.” E Cristo diz: “Isso não é amar, aceitar isso, isso não é amar a Deus.” Cristo diz:

“Assim como eu vos amei, assim como lavei os vossos pés, assim como reconheci o Espírito de Deus em vós, amai-vos uns aos outros.”

E quando você está nesse Amor, você descobre que está na mente de Cristo. E quando você está olhando ao redor e apontando defeitos em seu próximo, quando você está olhando para aqueles que o perseguem e se defendendo contra o suposto mal deles, quando você está vendo a trave no olho do seu próximo, quando você está chamando alguém de tolo, canalha, ladrão e trapaceiro, você não está vendo o que Deus colocou lá. Você não está em um estado de Amor. Você não está amando a Deus supremamente, somente a Deus. Você está aceitando a hipnose da mente humana. Você está em uma mente humana, vendo o que Deus não colocou lá e você está vivendo a vida dos sonhos. Você está na consciência da forma, na consciência de Adão.

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No Amor, você não julga pela forma. No Amor, você julga pela Palavra de Deus que diz: “Tudo o que existe é o Meu Espírito”. No Amor, você olha através da forma da matéria. Você olha através da materialidade, através da mortalidade, através das condições e vê com os olhos de Cristo o que o olho humano não pode ver. Você vê primeiro com fé. Não vendo nada, mas sabendo que “esta é a Palavra de Deus que eu aceito.”

E assim, você rouba do mundo todos os seus assassinos, todos os seus ladrões, todos os seus criminosos. Por quê? Porque você está na mente de Cristo.

Você quer dar frutos abundantemente? Estas são as condições para estar na mente de Cristo e o caminho para essa mente de Cristo é expressar Amor. Amor pela Realidade, amor pelo Espírito invisivel onde a mente vê uma imagem chamada forma.

Para o ladrão na cruz, sua mente crística o leva ao paraíso. Em sua Consciência, você o vê como o Espírito invisivel de Deus. Você vê o Espírito de Deus onde o mundo diz: “Ela é uma adúltera”. Você está vivendo em Amor, não em julgamento. Julgamento é da forma. Amor é do Espírito e, quando você está vivendo nessa capacidade de não julgar, de “Não conhecer ninguém segundo a carne”, você está olhando através do único olho de Cristo, o olho da Alma. Você está vendo o que nenhum olho pode ver e está vendo, na força da sua fé, que somente Deus está lá.

Deus está onde a adúltera parece estar. Deus está onde o ladrão na cruz parece estar. Você está aceitando que Tudo é Deus e Deus não é um ladrão. Deus não é uma adúltera. Deus não é um guerreiro. Deus é Amor. Cristo é Amor. A mente crística é amorosa. E para dar frutos Divinos, você deve ser essa mente crística amorosa. Todo julgamento humano é deixado de lado.

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“Quem me convence do pecado?” Não importa para onde você olhe, o amor de Cristo diz: “Deus está invisível.” Este é o caminho delineado por Cristo.

“Assim como o Pai me amou e eu amei vocês.” E foi assim que Cristo nos amou. Imagine se Cristo não tivesse amado esses ramos humanos, seria como Cristo dizendo aqueles que condenaram a adúltera: “Quem estiver sem pecado atire a primeira pedra.” Se não tivéssemos sido amados, poderíamos estar sentados aqui? Assim como Cristo nos amou, devemos amar uns aos outros.

E então, você vê a grande glória por trás dessas palavras. Cristo amou o paralítico? Não. Cristo amou o cego? Não. Cristo amou o Espírito de Deus que estava ali. Cristo sabia que não havia paralítico ali. Não havia cego ali. Não há julgamentos na mente de Cristo porque não há nada material, mortal ali. E ainda mais, quem estava ali onde o paralítico parecia estar? O Cristo invisivel. Podemos chegar ao ponto agora em que deixamos de lado os julgamentos e sabemos que, onde quer que você olhe, o Cristo invisível está lá? Você vê que seu Amor está amando a si mesmo em todos os lugares?

Cristo ama a Cristo porque só Cristo existe. Cristo reconhece somente a Cristo porque só Cristo existe. Não há ladrão naquela cruz. Essa é a ilusão do mundo. Não há adúltera. Essa é a ilusão do mundo e você não pode, na mente de Cristo, ver uma, pois não há nenhuma lá. Esse Amor é um tipo diferente de Amor do que conhecemos como seres humanos. Esse é geralmente o tipo de amor que estamos dispostos a oferecer apenas àqueles próximos a nós. Meu filho, eu posso ignorar todas as falhas do meu filho, mas a mente de Cristo diz: “Você não tem um filho pessoal.”

Seu filho é o seu Eu e todo filho é o seu Eu e em todo lugar que você olha, você está olhando para o seu Eu, pois Cristo é um. O Cristo que olha através de você, para o Cristo de outro, está olhando para o seu Eu e até que você esteja disposto a aceitar que tudo é o seu Eu, você não está na mente de Cristo. Em todo lugar é Você. Em todo lugar é Você. Não há outro ser nesta terra além de Cristo, o seu Eu. Essa é a Videira invisivel. “Eu sou a Videira.” Nós lemos isso aqui. Alguém lê isso na Ásia. Alguém lê isso na África. Alguém lê isso em cada canto do mundo. Com quem eles estão falando? Com todos. Eu sou a Videira. Eu sou o Cristo de você, de você, de você e de você. O que isso está dizendo? Eu sou o Cristo em todos os lugares e Eu sou o Eu em todos os lugares. E essa sua consciência que olha para fora deve saber que em todos os lugares está o Cristo de você, abrangendo seis continentes, abrangendo os planetas e as estrelas. Cristo é o único habitante do universo e, quando você está na mente de Cristo, você desenvolverá o hábito de reconhecer seu Eu em todos os lugares e então você estará amando a Deus supremamente.

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“Permaneça no meu amor” é o início da compreensão de que, quando você não vê Cristo em todos os lugares, você não está permanecendo no Amor de Cristo. Seria como dizer: “Bem, Deus está lá, daquele lado da rua, mas não deste lado da rua.” ou “Eu amo mais a Deus na Ásia do que na África.” Você não pode fazer isso. Tudo o que você pode fazer quando faz isso é se cortar da Videira.

A Videira é Infinita. Não há lugar onde a Videira de Cristo não esteja e cada ramo humano, cada ramo animal, cada ramo do que chamamos de natureza é um com a Videira, a Videira invisível em todos os lugares. A aceitação do Cristo onipresente é “permanecer no meu Amor.”

Agora, quando você sabe que esta é uma lei Divina, você não perde tempo tentando decidir se vai segui-la ou não. Ou você a segue ou você é o galho que é removido. Pelo menos você sabe quais são as consequências. É por isso que o décimo quinto capítulo é tão vital. Ele coloca a questão em jogo, onde qualquer pessoa com um grau de preparo para a Verdade pode ver e dizer: “Bem, é isso, ou eu vivo por esse código de Cristo ou não vivo.” Mas você não pode dizer que não lhe disseram, que não lhe foi trazido à atenção, porque isso tem sido trazido à nossa atenção por milhares de anos e tem sido camuflado por falsos ensinamentos, de modo que não sabemos que temos que ver que não existe católico, não existe protestante, não existe muçulmano, não existe hindu, não existe budista, não existe judeu. Estas são as falsas vestes da carne onde está o Cristo invisível.

Você não pode fazer diferenciação. Você não pode isolar um grupo e exaltá-lo. O Amor do Cristo invisível deve ser tão imparcial quanto o brilho do sol, quanto a queda da chuva. É assim que é. Essa é a lei da Divindade. Ou você permanece nela ou se separa dela e então você volta para a lei cármica.

Então, você encontrará primeiro a exortação: “Permaneçam no meu amor”. E ela será repetida e depois repetida novamente pela terceira vez. A ênfase dizendo que: “A menos que você compreenda que, a menos que você esteja no amor de Cristo, você está rejeitando Cristo, perfurando Cristo. Você está se negando a si mesmo e isso é novamente suicidio.”

“Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor. Se vocês guardarem os meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu tenho guardado o mandamento de meu Pai e permaneço no seu amor.”

E assim, vemos por que Cristo Jesus é chamado de “Unigênito” na Bíblia Cristã. A capacidade de passar pela iniciação de ver o problema aqui, o problema ali, a catástrofe acolá e dizer “Não”. Meus sentidos humanos dizem: “Eu posso sentir, ver e tocar. Posso sentir o calor do fogo. Posso sentir o cheiro da fumaça.” Mas Deus está ausente ali? Este fogo afastou Deus? Este germe afastou Deus? Este mau funcionamento do osso afastou Deus? Sua mente crística diz: “Deus está lá. Estou honrando a Presença do meu Pai.”

Que poder afastou Deus para criar um fogo, uma inundação, um furacão? Nenhum poder pode fazer isso. Deus está lá e Deus está mantendo o universo perfeito de Deus lá. O que é este fogo, esta inundação, este furacão? É a mente sensorial humana que não sabe que o Pai está lá, aceitando o poder de criar o mal. Essa mente está declarando a ausência de Deus. A mente de Cristo está declarando a Presença de Deus e, na Presença de Deus, o fogo, a inundação e o furacão são revelados como imagens na mente humana, sem substância, sem poder para queimar, sem poder para afogar. Um na mente de Cristo é a maioria que permanece lá com esse conhecimento, Nós devemos ser esse Um.

O poder espiritual está na mente de Cristo que olha para o aleijado, o cego e a adúltera e se recusa a aceitar que Deus foi afastado para que essas pessoas pudessem se tornar assim. A mente de Cristo pode permanecer firmemente na Presença sem oposição e onde essa Presença está, a Perfeição sempre está. Onde Deus está, a Perfeição está. Deus está em toda parte. A Perfeição está em toda parte. A mente de Cristo aceita isso e, portanto, honra a Deus supremamente.

A mente humana não aceita isso, se separa da Videira e convida à sua própria destruição. Em qual mente estamos determina se vivemos no Céu na Terra, ou, no sentido transitório da mortalidade.

O poder de Deus está sempre onde você está, sempre sendo perfeito, aguardando apenas a sua consciência da mente de Cristo para amar a Deus supremamente. Quando você olha para fora e vê o mal, o erro, qualquer forma de mau funcionamento, você está olhando através da sua mente humana. Você não está no estado de Amor. Você está em um estado de concepção errônea humana. Faça seu ajuste. Não se importe com o quão difícil seja. A Palavra do Pai em vocês é: 

“Permaneçam no meu amor. Se vocês guardarem os meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Tenho lhes dito estas coisas para que a minha alegria permaneça em vocês e a alegria de vocês seja completa.”

O estado de Amor, o estado de Alegria, é o estado natural de Cristo. Pode ser chocante descobrir que você realmente não se ama porque não sabe quem você é. E se você não ama a si mesmo, como pode amar outra pessoa? Que tipo de amor você pode oferecer? Um amor limitado e temporário? Pois quando você sabe quem você é, quando aprende a amar a si mesmo, você tem o amor de Cristo para oferecer. Você está naquela outra dimensão onde o Amor que você tem para dar é o Amor que você vai receber, pois à medida que o Amor de Cristo flui de você, é isso que retorna à sua consciência. Se você não está recebendo o Amor de Cristo, é porque não o está dando. Dar é a maneira de receber. O Amor que flui através de você como Amor de Cristo é o Amor que bate à sua porta.

Deixe fluir. Permaneça em Mim. Você só pode permanecer em Mim porque Eu estou presente onde você está. O Amor infinito e pleno de Cristo, onde você está, está esperando para fluir e deve fluir, pois é assim que você se abre para o seu Eu. O Amor infinito de Deus em Cristo, onde você está, deve fluir através da sua consciência. Você deve abrir um caminho para que esse Amor flua para todos através do reconhecimento do seu Eu Crístico invisível. E então essa Videira estará trabalhando dobrado para você, porque esse é o caminho para a Graça. A Graça é o Amor fluindo conscientemente, retornando como as coisas adicionadas.

Eleve-se agora a esta capacidade de deixar o Amor Divino fluir, ou seja, imparcialmente, sem favoritismo. Não o primeiro, o terceiro e o oitavo, e deixe o segundo, o sexto e o quinto passarem. Ame os feios assim como os bonitos. Ame os doentes assim como os saudáveis. Ame os mendigos assim como os príncipes e os reis. Por quê? Porque você está passando pelas formas. Você está deixando o Amor Divino fluir imparcialmente e não está interferindo no prazer humano, na vontade humana, nos conceitos humanos.

Eu sei que é difícil, mas é lindo e é assim que o Pai nos instrui. Esta é a prática que desenvolvemos: Amar a todos. Falar não com suas mentes, mas com seus corações. Vê-los como o Pai os vê é amá-los. Toda criatura, toda planta, todo peixe, toda ave, você deve ver o Eu invisível que está lá. E à medida que aprendemos a fazer isso, o Amor flui e nos abençoa.

Foto por Osmany Mederos em Pexels.com

Novamente, Cristo fala: “Se guardares os meus mandamentos, permanecereis no meu amor.”

Então, é mais do que palavras, não é? Você não pode simplesmente dizer. Guardar os mandamentos é o chamado à ação, à feitos, feitos de Amor. Não podemos nos safar com algumas palavras. Todo o nosso modo de vida deve seguir em frente para expressar o Amor, para que estejamos em um senso de fraternidade espiritual universal e não haja saída. Essa é a lei Divina. Você pode ter leis humanas, mas isso é romper com a lei Divina e violá-la, e o preço é a extinção. A recompensa por não quebrá-la é a preparação para a transição, ressurreição e elevação a mansões mais elevadas da Realidade.

E assim, nós, que recebemos a Palavra, estamos amando e estamos amando talvez.. talvez até por um motivo egoísta, mas pelo menos está de acordo com a injunção Espiritual de “Amar o nosso próximo como a nós mesmos”. Agora, devemos obedecer aos mandamentos para permanecer no amor do Pai, no amor de Cristo.

“Este é o meu mandamento”, repetido novamente, “Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” E lembrem-se de como Cristo nos amou. O que Cristo nos pediu? O que Cristo pediu aos discípulos? Ele disse: “Em troca do que estou fazendo por vocês, quero que façam isso por mim?” Ele pediu recompensa? O que ele buscava para si mesmo depois de ter renunciado aos reinos do mundo no tempo? Vocês veem a abnegação do Amor Divino? Não é pedir nada. O Amor Divino é dar, fluir, conceder. Não é um pedido por algo em troca.

Vocês veem a natureza purificadora desse Amor? Como ele os liberta do senso pessoal de si mesmos? É por isso que ele cumpre a Lei. Ele os tira da pessoa e os coloca em Cristo. Ele os tira daquele que está planejando algo por uma recompensa. Ele os tira da mente sensorial.

Quando você ama Divinamente, você está acima do senso pessoal de si mesmo, que morre. Você está em seu verdadeiro Eu. Você tem um vislumbre do paraíso quando está no Amor Divino. Você o sentirá e o conhecerá muitas vezes até saber que precisa viver dessa maneira, até não se sentir confortável a menos que esteja vivendo dessa maneira.

E, finalmente, o grande mandamento que se segue: “Ninguém tem maior amor do que este: dar a vida pelos seus amigos.”

Isso é muito mais profundo do que dizer ao seu amigo: “Eu assumo a punição, não você.” Ou “Eu me ofereço e você não precisa ser convocado.” Não, isso é mais profundo do que dar a sua vida fisicamente para seus amigos. Isso significa que um novo Eu deve nascer onde você está, um Eu totalmente novo, e esse novo Eu é o próprio Cristo. Este é o chamado ao renascimento, à transformação. Se você quer amar a Deus supremamente, você deve abandonar sua mortalidade, porque se não o fizer, estará dizendo: “Há Deus e o homem. Há imortalidade e mortalidade. Há Espírito e matéria. Há Divindade e humanidade.”

Oh, não. Deus é Tudo.

Ninguém tem maior amor do que aquele que abandona sua mortalidade e olha somente através de seu Eu Crístico, para que agora você comece não apenas a viver na mente de Cristo, mas também no corpo de Cristo. O corpo que nunca conhece a dor. Você abandona seu senso pessoal de si mesmo porque agora, fortalecido pela mente de Cristo, você tem a capacidade. Você veste a roupa da imortalidade enquanto aparece na carne.

Foto por DANIEL GOMEZ em Pexels.com

A única maneira de honrar a Deus é remover aquilo que não é divino e, portanto, não há amor maior do que remover o falso senso de humanidade, mortalidade, matéria transitória, para chegar àquela grande consciência de que Eu sou o Eu imortal. Viver nessa consciência é o amor supremo do Pai.

É por isso que, aqui, Cristo diz: “Lembrem-se de que o que estou pedindo a vocês já foi feito antes.” Cristo Jesus renunciou ao seu senso de mortalidade por seus amigos. Cristo Jesus renunciou à sua humanidade e assumiu o manto da Imortalidade, e isso o levou através da sepultura ileso. Esse foi o fruto divino.

Agora, é para aí que nos levam esses primeiros treze versículos de “Eu sou a videira”. Acho que é ali que ficaremos por um tempo para assimilá-los, para aprofundá-los, como os próximos versículos deste capítulo farão por nós. E eu gostaria que vocês, em seus estudos desta semana, fizessem o seguinte: peguem os primeiros treze versículos e os examinem cuidadosamente e, em seguida, escrevam de um a treze números e, para o primeiro versículo, anotem seu significado básico para vocês. Por exemplo, aqui seria: a natureza de Cristo. O relacionamento de Cristo com Deus. “Eu sou a videira [verdadeira), o Pai é o lavrador.” O próximo versículo, qual é a sua ideia básica, até que vocês tenham treze significados para os versículos. Não uma longa exortação, apenas brevemente, qual é o propósito e o significado desse versículo para vocês?

Trace-o para que você possa ver que esta é a lei Divina, número um; esta é a número dois, a lei cármica de como quebramos a lei Divina ou a aceitamos; três, como nos posicionamos na lei Divina, como ouvimos o fruto; quatro, como cometemos suicidio; cinco, e assim por diante. Continue até que você possa simplesmente pegar esses treze pontos seus e verá que tem um mapa metafísico que o leva à mensagem completa de Cristo. Cada versículo tem um significado e certifique-se, quando eles se repetirem, de ver a distinção entre a repetição do sete e do nove. Não é repetido exatamente da mesma maneira. Há sempre uma mudança sutil, uma expansão sutil da ideia. Perceba e você verá claramente que Deus está falando diretamente com você e dizendo: “Você é meu Filho imortal”. E não deixe o mundo enganá-lo.

Foto por Brett Jordan em Pexels.com

Não acorde de manhã pensando que neste dia você precisa se proteger contra isso ou aquilo. Você não precisa. Neste dia você é meu Filho imortal. Agora, essa é a única proteção que você precisa, mas você deve permanecer consciente disso. Esta é a permanência. Não importa o que digam a você, quantas pessoas franzem a testa para você. Você é. O Pai diz isso e você deve implantar isso em sua consciência para que seja fiel a isso. E então, quando eles franzirem a testa para você, ame-os. Quando eles o perseguirem e o usarem com desprezo, ame-os. Por quê? Eles não estão lá. O Cristo está lá. Eles simplesmente não sabem disso e você sabe.

Lave os pés do mundo. Ame onde cada forma aparece. Fale com a Verdade que está lá, não com a aparência, e você estará amando a Deus supremamente. Você estará reconhecendo seu Eu em tudo. E à medida que você se reconhece em tudo, você estará encontrando seu Eu. Você descobrirá que é o Filho imortal de Deus como uma experiência viva. Você estará além do estudo.

Faça isso com os primeiros treze versículos. Agora, se você for realmente ambicioso, complete o capítulo. Faça isso com os próximos doze versículos, porque é isso que faremos na próxima semana. Você pode comparar seus doze versículos, com os que você vai ouvir. E você descobrirá que é assim que você os fixa em sua consciência. Até que, a partir desses vinte e cinco versículos, você tenha o plano da Bíblia, toda a missão de Cristo explicada, e você verá que tudo o que resta depois disso é para você realizá-la, cumpri-la, permitir-se ser aquele instrumento Divino que o Pai diz que você é.

Eu no meio de vocês, Eu, sua identidade realizada, Eu sou a Videira. Seu Eu imortal realizado aqui e agora é a Videira através da qual o Pai flui. Então você é aquela semente que dá fruto, alguns trinta, alguns sessenta, alguns cem por cento; nenhuma semente caída à beira do caminho.

Provavelmente também abordaremos o capítulo de Joel, que não conseguimos fazer hoje, “Não chegará perto de ti”. Esse é o décimo capítulo.

(Herb fala sobre o jantar para desejar “Boa Viagem” a alguns que estão viajando para o exterior com o ensino.)

E espero ver a maioria de vocês na próxima semana. Obrigado

Seminário A Realização Da Unidade 1972 – Por Herb FitchAula 27 – O Caminho Invisível Para A GraçaParte 2

Para obter a transcrição das aulas em PDF clique abaixo:

https://drive.google.com/drive/folders/1rpfgFIbr1UWmvWVNrvG69v6_msEAY0lz?usp=drive_link



Categorias:Estudantes do Caminho Infinito, Herb Fitch

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1 resposta

  1. Avatar de arquitetadaoracao

    ESTOU aqui no jardim do éden onde habito direto da varanda do Subparaíso em vida,e acabei desfrutar da parte final. É raríssimo um ser expansivo como o EU SOU q SOU ficar sem palavras…mas hje estou assim…Tão mais rendida…Tão mais ainda feliz…Tão mais pacificada.. Tão mais tudoooooo e tem tudo a ver com tudo aqui. Lembro- me da 1 vez q fiz contato com o DEUS Deia, e ela já me recebeu Tão afável… muitíssimo contentada por viver a videira q sou com total coragem dada pela Graça alcançada no invisível… se fosse para dizer uma palavra diria: PERMANEÇA!

    Aloheiiiiiiii no fixar do fixou fixadooooo!

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