Não temos como saber, ao aceitar um caso, se teremos uma cura instantânea ou uma cura demorada. Sabemos apenas que devemos agir de acordo com a nossa mais elevada compreensão de tratamento e realização espiritual. Provavelmente, essa é uma das razões pelas quais aconselho os estudantes a nunca aceitarem elogios. Não quero dizer que, quando alguém agradece a um praticante, este deva responder que não teve nada a ver com a cura. Essa não é exatamente a resposta correta.

Isso seria como no caso de uma mulher que foi curada de uma doença muito grave. Quando o marido dela foi procurar o praticante para lhe oferecer um cheque em gratidão pela cura, disse-lhe:
- “Vim apenas agradecer e quero que saiba o quanto valorizo o seu trabalho”.
- A resposta do praticante foi: “Não me agradeça; não fui eu quem fez isso, foi Deus”.
- “Ah”, disse o homem, “eu ia deixar um cheque para o senhor, mas, se não teve nada a ver com isso, vou dá-lo a Deus”.
Portanto, não sejamos tão absolutos ou modestos, pois temos, sim, um papel na cura. Somos instrumentos e dedicamos nossa vida à realização espiritual; assim, podemos aceitar agradecimentos, mas não elogios. Aceitar elogios e aceitar agradecimentos são coisas bem diferentes, pois o elogio poderia sugerir que realmente possuímos uma grande compreensão ou que somos profundamente espirituais. Nada poderia estar mais longe da verdade. Não é a nossa compreensão que realiza o trabalho e, humanamente, não somos exatamente espirituais; por isso, não aceitemos elogios nesse sentido. Em vez disso, lembremos sempre de que existe apenas o Um — o “Eu” —, de modo que não fomos tão grandiosos ao promover uma cura, pois, se existe apenas o “Eu”, o “Eu” não precisa de cura.
Podemos receber agradecimentos por dedicarmos nossas vidas a revelar essa verdade, mas não podemos ser elogiados por nossa compreensão, nossa espiritualidade ou qualquer outra qualidade que alguém pense ver em nós. Temos, de fato, uma função imensa a desempenhar no trabalho de cura.
Joel – A Jornada de Volta à Casa do Pai: Capítulo 8, Lição Especial sobre o Trabalho de Cura
Categorias:Ensinamentos Joel S. Goldsmith
Tão nítida a msg
Tao nítida É a msg.Vce faz o q vce É.
O EU SOU realizando isso q já É. Nada mais há a desejar. Tudo bem posto!
Louvado seja DEUS!!!
Discernir Espiritual é precisão da convicção absoluta lúcida.