Mansões Invisíveis

Herb: Presumo, nesta meditação, que aqueles de vocês que não estão familiarizados com o ensinamento de Joel sobre a rosa podem ter se detido nos valores materiais ou nas aparências materiais da rosa. Já aqueles que conseguiram ver a rosa como uma porta de entrada, atravessaram essa porta e descobriram que estavam tocando algo invisível. Tocando, em última análise, o infinito.

Ora, a maneira como vemos uma rosa, seja a olho nu ou com uma consciência espiritual, é a maneira como lemos a Bíblia. Portanto, hoje queremos verificar se estamos lendo a Bíblia corretamente. Muitos de nós ainda a leem como se estivessem falando sobre personagens chamados Pilatos, Judeus, Nicodemos, Jesus Cristo e João. Isso não é a Bíblia de forma alguma; são apenas nomes. Você poderia pegar o nome Pilatos, descartá-lo e chamá-lo de Gregory Peck e não faria diferença alguma. Quem era ele? O que ele representa? O que os membros do Conselho Judaico representam? E então chegamos a este ponto em que podemos dizer que a Bíblia não trata de pessoas.

Sim, elas caminharam sobre a Terra, tinham formas, disseram e fizeram coisas, mas não estão na Bíblia por esse motivo. Elas não são pessoas externas; não há um único personagem na Bíblia que esteja lá com esse propósito. O propósito deles na Bíblia é mostrar a você a multiplicidade de ideias, pensamentos e condições que existem em sua mente.

Agora, retire o nome de Pilatos: Quem era esse indivíduo? Pilatos era um administrador, não apenas um administrador comum, mas um administrador de Roma, um administrador de todo o poder material chamado César. E onde ele administrava? Na terra dos hebreus, na terra do intelecto. Pilatos administrava na terra do intelecto. Em você, no seu intelecto, existe um Pilatos; ele representa aquela ação externa, aquela administração em nós que é uma ferramenta, algo que é utilizado. E agora, ao começarmos a ler nossa Bíblia corretamente, vemos que o Pilatos em nós é uma ferramenta usada tanto por César (o poder mundial) quanto pelo judeu (o intelecto), de modo que a mente e o poder material conspiram para forçar algo em nós a agir de certa maneira, fazendo com que o Pilatos em nós tenha de fazer uma concessão. E todos os outros personagens da Bíblia devem ser vistos não como nomes, mas sim como poderes mortais dentro de nós, forçando-nos a fazer coisas que nos afastam da natureza divina do nosso ser.

Ah, existem coisas boas… Personagens que nos voltam para a natureza divina do nosso ser; assim, nenhum personagem da Bíblia deve ser visto apenas como uma figura externa. Um hábito antigo que alguns de nós já abandonamos. De qualquer forma, vemos aqui, no capítulo 19, Pilatos atuando como ferramenta ou instrumento de duas forças; ele não consegue se decidir, sendo impelido ora para um lado, ora para o outro, pois não está ancorado no conhecimento de sua própria identidade. Tudo o que ele sabe é que recebe um salário de Roma e, portanto, precisa fazer o que Roma deseja.

Ele também sabe que os judeus podem, de alguma forma, fazê-lo perder o cargo. Basta dizerem a César que ele é infiel a eles e ao próprio imperador; e, de repente, Pilatos, que não sabe quem é, vê-se obrigado a fazer coisas pelos judeus que não deseja fazer. E assim Pilatos não significa nada, quando você encontra o seu administrador interior: aquele que o faz decidir caminhar para a direita ou para a esquerda, para frente, para cima ou para baixo; o administrador em você que vive hoje por você e viverá amanhã por você.

A quem ele responde? Ele responde a Cristo? Responde a César? Responde ao intelecto? Responde ao judeu? Responde a Roma? A quem ele responde? E, se ele não responder a Cristo, ele fará concessões. Podemos esclarecer ainda mais a quem esse administrador deve responder, pois tanto o judeu, Pilatos o administrador na Judeia a serviço de Roma e a própria Roma representam um mundo material totalmente desprovido da consciência da Presença de Deus em seu interior. E, se o nosso administrador interior não estiver consciente de Deus em nós, tomaremos uma decisão como a de Pilatos e, seis meses ou seis anos depois, seremos forçados ao suicídio, como ele foi; ou tomaremos uma decisão como a de Judas, que agiu por motivos um tanto semelhantes, embora em escala diferente, e também foi forçado ao suicídio. Mas, pior do que isso, esses foram suicídios visíveis e evidentes. Existe, porém, um tipo de suicídio no homem que não é visível.

E agora, no capítulo 19 alguns dos ensinamentos mais elevados ocorrem antes da crucificação, para nos mostrar que o homem comete, diariamente um suicídio. O “Pilatos” em cada homem, incapaz de tomar a decisão correta por não conhecer a si mesmo, segue em frente e adora no trono da matéria. E não apenas isso: o intelecto o acompanha; o judeu volta-se contra o judeu, volta-se contra si mesmo; o intelecto volta-se contra si mesmo e despedaça-se. Não cometa o erro de pensar que está apenas observando personagens de um livro.

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Você está observando os pensamentos que estão na mente do mundo hoje: nas religiões do mundo, nas ciências do mundo, em movimentos de psicologia do mundo, e até mesmo em movimentos metafísicos do mundo. Você está observando ideias, pensamentos, ações e condições que existem na mente mundial, e que receberam nomes como Pilatos, Herodes, Anás e Caifás. Você não vê Herodes no Evangelho de João neste ponto; vê Herodes apenas nos outros evangelhos. Aqui, Pilatos toma uma decisão, enquanto nos outros evangelhos Pilatos remete Jesus Cristo a Herodes; ele se livra dessa difícil decisão ao saber que Jesus é galileu e ele não tem controle na Galileia. Herodes também tem enfrentado muitas dificuldades e Pilatos acha que, ao entregar Jesus a Herodes, pode resolver suas questões pessoais e também se livrar de tomar uma decisão da qual acha que poderia se arrepender.

Por que João não nos fala sobre Herodes? O motivo é muito importante e indica por que João é tão confiável como testemunha: João estava ausente quando Pilatos entregou Jesus a Herodes; João havia sido enviado para buscar a mãe de Jesus, você não encontrará isso… Aqui você vê que ele foi levado tão rapidamente que sua própria família nada sabia a respeito, e apenas um discípulo foi com ele: João. Apenas um discípulo, um discípulo que era inseparável dele: João. E, assim como “Pilatos” não significa nada como nome, tampouco “João” significa; mas o sentido dessa inseparabilidade de Jesus ficará claro para você à medida que você habitar nesse Eu interior, que verifica todas as coisas.

Foi a João que o Mestre disse: “Agora, vá buscar minha mãe; traga-a aqui para que ela me veja morrer”. E foi João quem então foi. Foi nesse momento que Pilatos entregou Jesus a Herodes; e João, por não estar lá para testemunhar isso, não relatou o fato, embora soubesse dele, João relatou apenas o que testemunhou.

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E você descobrirá que o próprio Espírito de Jesus Cristo nos direciona a João em busca da Verdade,  mas, novamente, não à um João externo, e sim ao João em você; e isso deve lhe dar uma pista sobre quem pode ser o João em você. Começaremos aproximadamente no 12º ou 13º versículo do 19º capítulo. O versículo 12 nos diz que:

“A partir de então, Pilatos procurou libertar Jesus, mas os judeus clamavam, dizendo: “Se deixares este homem ir, não és amigo de César; todo aquele que se faz rei fala contra César”. 

Assim, a mente exerce sua pressão sobre o administrador. Pilatos tentou de todas as formas evitar a crucificação de Jesus, não porque acredita no Cristo, mas porque é covarde; ele não quer sangue em suas mãos. Ele também odeia os judeus, despreza-os; detesta fazer-lhes um favor e, no entanto, é forçado a fazer o que eles lhe dizem, embora não queira. Isso é o “espinho na carne” de que Paulo fala: “aquilo que não quero fazer, eu faço”. Por quê? Porque há uma força atuando através de nós, levando-nos a administrar de uma maneira que não desejamos, e não conseguimos identificar essa força; então, fazemos o que não faríamos. Nós, de certa forma, aparamos as arestas aqui e ali, fazendo pequenas concessões, até que elas se tornem grandes concessões. E a concessão é sempre a de que acreditamos na existência da matéria. À medida que somos empurrados para mais perto da crucificação, somos empurrados para mais perto da decisão que devemos tomar.

Será que nós iremos abandonar a crença na matéria ou deixar que a matéria nos crucifique? Teremos de tomar essa decisão e, depois, mantê-la. Pilatos está inquieto porque não enfrentou tal decisão; ele não tem consciência de que tal decisão precisa ser tomada; ele não sabe quais forças o impelem a agir. Para onde quer que se volte, a matéria o atinge de um lado e a mente, do outro. Ele está dividido: os judeus não lhe permitem libertar Jesus Cristo, embora ele queira fazê-lo, gostaria de deixar a cidade e voltar para casa. Eles dizem: “Se você fizer isso, libertar um homem que não é amigo de César, e quanto a você? Você é amigo de César?” Isso atinge seu ponto fraco. Novamente: se ele fosse o Cristo, não teria um ponto fraco; se conhecesse a identidade espiritual, não haveria ponto fraco; ele não poderia ser persuadido ou influenciado; ele estaria disposto a dizer: “Como este homem é inocente, no que me diz respeito, ele está livre.”

Quando nos firmamos em nossa identidade espiritual, podemos enfrentar os tormentos da mente ou do corpo; podemos os aceitar como condições passageiras, mas que não têm poder.

Quando não nos firmamos na identidade espiritual, as condições do mundo ao nosso redor nos invadem, exercendo um poder que nos força a fazer aquilo que não queremos. Portanto:

“Quando Pilatos ouviu isso, trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, num lugar chamado Pavimento ou, em hebraico, Gábata.” 

O administrador traz Jesus Cristo a um lugar chamado Gábata, o Pavimento, um pavimento de pedras. E essas pedras representam a verdade literal, a verdade da mente sensorial. Jesus Cristo será julgado pela verdade da mente sensorial: o pavimento chamado Gábata; não haverá julgamento espiritual presente. O administrador em nós julga pela mente sensorial; assim, as decisões de hoje baseiam-se no que nossa mente sensorial nos diz, o que leva a uma falsa decisão.

Invariavelmente, leva a uma decisão não baseada na verdade e que, por mais correta que pareça ser no momento, acaba se revelando errada. Se uma decisão em sua vida não for tomada com base na verdade espiritual, mesmo que você obtenha uma vantagem temporária você descobrirá que isso é revertido por acontecimentos posteriores; trata-se da ilusão de tomar decisões com a mente limitada pelos sentidos.

O ecocardiograma indica que você tem um problema cardíaco: essa é uma decisão mental baseada nos sentidos, enquanto o Espírito de Deus diz: “Sejam perfeitos como o seu Pai”. O ecocardiograma aponta uma grave disfunção cardíaca; nós aceitamos isso, e o medo começa a nos dominar.

As decisões são tomadas não com base na identidade espiritual, mas na identidade material e, assim, a cirurgia acaba sendo realizada. Ela é um sucesso e ficamos muito felizes, achando que fizemos a coisa certa; no entanto, continuamos tão distantes quanto antes do nosso Eu permanente.

O propósito desses personagens é nos mostrar quais erros não devemos cometer, como evitá-los e como alcançar aquele senso de “Eu” que é o Eu permanente; o Eu que é perfeito agora, como o Pai.

Há grandes decisões a tomar neste ponto da jornada, pois, se você não tiver decidido que possui um Eu permanente e que vai viver nesse Eu permanente a qualquer custo, você recua e será açoitado e golpeado de ambos os lados pelo mundo material e pela mente mundana.

É somente quando você fixa firmemente seu objetivo em viver no seu Eu permanente e como Ele. Não o eu material que muda dia após dia, mas o Eu Eterno e imutável, o Eu da Vida; quando esse é o seu objetivo, você descobre que o administrador em você deixa de ser um Pilatos que acaba forçado a cometer suicídio e passa a ser “o Pai que realiza as obras.” Então, você tem o Administrador Divino, o Pai interior, e a Graça flui, gerando decisões perfeitas e expressões perfeitas no momento em que Ele está ali.

“Era a preparação para a Páscoa, por volta da sexta hora; ele disse aos judeus: “Eis o vosso Rei!”.


Há um segredo na Bíblia aqui do qual talvez já tenhamos falado muitas vezes, no qual, pessoas que não fazem ideia de que representam Deus, de alguma forma são usadas para proferir palavras de verdade. Você verá que Pilatos, embora não tenha consciência disso, em alguns casos, atua aqui como porta-voz da Palavra Divina; as palavras são colocadas em sua boca; ele não tem nada a dizer sobre elas. “Eis o vosso Rei”.

O que ele diz é, na verdade, uma provocação, um escárnio, e, no entanto, ele diz a verdade, embora não saiba disso. Sua hostilidade para com os judeus está agora sendo retribuída; ele os provoca com essa aparência: eles sabem que aquele homem não é o Rei deles, e Pilatos sabe que aquele homem não é o Rei deles; mas eles decidiram acusá-lo de dizer que era o Rei deles para conseguir que ele fosse crucificado.

E assim ele volta à provocação contra eles e diz: “Eis o vosso Rei”. A matéria não quer fazer o que a mente nos diz, e tenta combater a mente; ele está agora, à sua própria maneira, atacando a própria mente que o controla: “Eis o vosso Rei”.

“Mas eles gritavam: “Fora com ele! Fora com ele! Crucifique-o!” Pilatos lhes diz: “Hei de crucificar o vosso Rei?” Os principais sacerdotes responderam: “Não temos rei senão César”.

Agora nos é dada uma visão da mente humana: se havia uma pessoa na Terra que os judeus odiavam mais do que Pilatos, era César; se havia uma pessoa que temiam, era César; eles o odiavam e eles o temiam.

Agora eles dizem: “Não temos rei senão César” que é o opressor deles. Ouça atentamente, dentro de si mesmo, essas palavras: “Não temos rei senão César“. O intelecto do homem diz que César é o nosso Rei; o intelecto do homem diz que a matéria é o meu Rei. O opressor dos judeus era César, e os judeus declaram que César é o Rei deles; o opressor do homem é a matéria, e o homem ainda adora a matéria; o homem adora aquilo que o oprime e o destrói. César representa o epítome do poder material no mundo, e quase não há homem na Terra que não adore o poder material. O que destrói o homem? O poder material; o poder material do pecado, da doença, da enfermidade e da morte destrói todo homem, mas é isso que ele adora; ele adora o outro lado dessa moeda: o poder material benéfico, a saúde; ele adora todo o chamado lado positivo do poder material e ao fazer isso, é como pedir favores a César. Favores que os judeus jamais obtiveram de César. Nós achamos que obtemos favores dos homens.

Então, é isso que João está ensinando neste momento. Nós cometemos suicídio ao adorar a matéria, buscando a matéria, esforçando-nos para obter matéria, esforçando-nos para viver confortavelmente em um mundo material; isso equivale a dizer: “Não temos rei senão César”. Onde está César hoje? Aquele homem que o mundo temia: um cadáver. Eles temiam aquilo que viria a morrer, mas na verdade temiam aquilo que já estava morto. A mensagem do Espírito é que a matéria está morta; a matéria é um cadáver. E, quando você busca a matéria, está buscando um cadáver; mesmo quando a adquire, você adquire um cadáver. É assim que cometemos suicídio diariamente, e é por isso que isso ocorre antes da crucificação.

O relato dos judeus declara: “Não temos Deus humano; não adoramos homem algum, apenas a Deus; nenhum homem pode ser nosso Deus”. E agora, o “não temos rei senão César” representa um afastamento do seu próprio Deus judaico, mostrando como a mente humana pode ser pervertida e distorcida sob pressão; ela não tem âncora em si mesma e, como diz esta mente aqui, sendo forçada a declarar “Não temos rei senão César” algo que, na verdade, não significa nada. Assim também nós, todos os dias, adoramos no trono do mundo material. Ora, se você refletir sobre isso por um tempo, verá que César representa aquilo que a humanidade adora e teme: poder material, posses materiais, saúde material, corpos materiais, condições materiais; tudo o que tem a capacidade de se voltar contra nós e nos oprimir, nós adoramos.

Na décima década, apenas trinta e poucos anos após a crucificação de Jesus Cristo, havia mais judeus pendurados em árvores, vítimas do saque de Jerusalém, do que se poderia contar; a cidade inteira foi destruída. O mesmo suicídio contido na declaração “não temos rei senão César” acabou levando a essa opressão. Sabemos que, em todo o mundo, os judeus são conhecidos por sofrerem opressão; isso é verdade. Mas você percebe o simbolismo mais amplo? De que a mente, o intelecto, é sempre oprimido por César: o poder material? Essa é a isca que a mente segue.

A opressão dos judeus em todo o mundo é um símbolo mais amplo da opressão do poder material sobre o intelecto do homem. Assim como, nos dias de Jesus, o judeu, Pilatos e César simbolizaram a condição humana em seus vários níveis, o mesmo ocorre hoje: o poder que governa o mundo ainda é composto por essas facetas do intelecto e a matéria, que representam o suicídio da raça humana. São fatos imutáveis; eles sempre estarão diante de nós até que alcancemos a Identidade Espiritual, até que nos mantenhamos firmes em meio a esses poderes do judeu, de Pilatos, de César, inabaláveis como Jesus Cristo o foi. E isso simboliza manter-se firme em meio a todo poder mundano, ancorado na identidade espiritual, sabendo que essa identidade espiritual é Intocável, pois a identidade espiritual é o Eu permanente.


Então, o intelecto, o falso senso de poder mundano, tentará manipular o administrador em você, mas esse administrador será Deus, o Pai interior, inabalável e livre de influências. E, assim como Jesus Cristo atravessa uma crucificação, nós atravessamos o pecado, a doença, a morte, a saúde precária, as enfermidades e as condições da mente mundana.

O simbolismo é muito claro, pois agora lemos a Bíblia como João queria que a lêssemos: não com a mente humana, ela foi escrita de Alma para Alma. Esse é o vasto panorama presente em cada página da Bíblia, sempre com novos nomes, antes que o quadro completo se revele. Recebemos a força e as pedras Fundamentais para que, ao chegarmos à verdadeira provação, saibamos que aprendemos a nos firmar em um único fato: não existe uma pessoa onde você está. É fácil dizer que Deus é tudo, mas o que está na cruz é o falso senso de eu; e todos precisam chegar ao ponto em que esse falso senso de eu é colocado na cruz.

Não existe uma pessoa onde você está; a totalidade do Espírito, a totalidade de Deus, a totalidade da natureza divina do Eu é o único “Você”. E essas provações e tribulações existem com o propósito de transmutar, em nosso sistema, tudo o que não é semelhante a Deus, até que você esteja disposto a firmar-se em sua própria natureza divina como o único Eu que Você é: o seu Eu permanente.

À medida que você supera a sensação de um “eu” pessoal e abandona a crença em um eu material e antes que esta crucificação ocorra, todo o sofrimento e tormento pelos quais passamos acontecem porque ainda cultuamos César, ainda cultuamos o poder material do mundo; ainda o tememos e ainda tentamos obter favores dele de alguma maneira. 

Eu esperava, há mais de um ano, que a maioria dos membros desta turma tivesse desistido. Continuamente enfatizamos que Cristo não oferece nada neste mundo; Cristo não está tentando lhe oferecer um mundo humano melhor. Cristo está dizendo que, quando você olha para aquela rosa, deve aprender a olhar através dela; Cristo está dizendo que, quando você olha para aquela pessoa, deve aprender a olhar através dela, vendo que cada objeto nesta Terra é uma porta de entrada para o Reino espiritual  invisível. Agora, neste exato momento, tudo o que você vê é uma porta para o infinito; você deve transcender o que vê e atravessar isso em direção ao que não vê, e deve desenvolver o hábito, a capacidade de, caminhar através do mundo material ao seu redor, de caminhar através de César, de caminhar diretamente para o Espírito Invisível. E, no entanto, apesar do fato de termos dito repetidamente que Cristo não oferece nada neste mundo, muitos não se afastaram; e isso pode ser porque levou oito ou nove anos até que pudéssemos encarar essa verdade dentro de nós mesmos; não aconteceu da noite para o dia, nós tínhamos uma base.

E hoje, quando dizemos que não existe “pessoa”, ainda é algo difícil de dizer, ainda é algo difícil de aceitar, mas continua sendo tão necessário quanto foi no dia em que Jesus estava na cruz: ele estava demonstrando que não existe “pessoa”.

Aqui, Pilatos não podia crucificar o Filho de Deus, César não podia crucificar o Filho de Deus, nenhum judeu poderia mandar crucificar o Filho de Deus; nem a mente, nem a matéria, nem o poder material podem crucificar o Filho de Deus. E o ensinamento é que você é esse Filho; isso significa que nenhum germe, nenhuma enfermidade, nenhuma doença, nenhuma escassez ou limitação pode crucificar o Filho de Deus, e você é esse Filho. E sempre que você pensa que está sendo crucificado, está dizendo: “Eu não sou esse Filho, eu sou um ser material”. Ninguém pode lhe fazer nada, a menos que seja a vontade do Pai, e é a vontade do Pai que você seja perfeito como o seu Pai. Essas são as questões por trás das formas e das condições que vemos agora, neste ponto específico da identidade bíblica sendo revelada e a falsa identidade sendo revelada; tudo ganhando contornos nítidos para aqueles que fizeram da iluminação total o seu único objetivo.

Seja a porta de entrada que é chamada de rosa, a porta chamada rio, a porta chamada montanha, a porta chamada fruta ou pêra, maçã, árvore, animal ou pessoa, essa porta é apenas a porta para o invisível que está ali; e, ao pé dessa porta, está sempre o Cristo invisível dizendo: “Eu estou à porta”, enquanto você olha para a porta da matéria.

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E, ao aceitar o Cristo invisível ali, você está crucificando a matéria em vez do Cristo; e, se você olha para a matéria, vê a matéria, aceita a matéria e reconhece apenas a matéria que vê, você está crucificando o Cristo; se vê uma pessoa, está crucificando o Cristo. E isso precisa ser compreendido: quando não aceitamos o Cristo, estamos crucificando O Cristo. Quando as igrejas do mundo acreditam na realidade do mal, que é o mal material, as religiões do mundo estão praticando o ateísmo; elas dizem: “Existe matéria, é uma matéria má, temos de fazer algo a respeito disso”. João nos diz que, se Deus não criou, não existe; Deus não criou matéria má. E, se temos de fazer algo a respeito daquilo que Deus não criou, estamos aceitando que aquilo existe, que foi criado; isso não é adorar a Deus, é adorar a César.

Toda crença no mal é um desvio da totalidade de Deus e é puro ateísmo; e não importa quem seja o ateu, ou a religião que ele segue ou não segue: se ele acredita na existência do mal, ele é um ateu e é melhor encarar isso. Podemos dizer, com sinceridade, que fomos ateus durante a maior parte de nossas vidas, embora pensássemos acreditar em Deus; mas acreditávamos em um Deus de alguma forma específica, não acreditávamos em Deus como a única realidade do universo.

E isso não era acreditar em Deus; era acreditar em nosso conceito falso de Deus, em nossa mente; tínhamos uma ideia chamada Deus, e era isso que adorávamos. Assim, o pequeno grupo de nós que atravessa esse caminho e chega ao ponto de poder adorar a Deus, finalmente recebe a mensagem de que o Deus que adoramos é a identidade individual. Você adora a Deus onde quer que olhe; Ele é o único que está presente. Para onde quer que você olhe, é Deus; e você ou adora a Deus ou crucifica a Deus em sua mente. 

Jesus Cristo tinha a capacidade fantástica de trazer à tona duas coisas neste mundo: primeiro, para revelar a ação divina: o grande e invencível poder do Espírito e, depois de revelado esse poder na Terra, para revelar a natureza da mente mundana, de modo que essa mente do mundo, agindo por meio de homens com nomes, se voltasse e crucificasse o seu próprio Salvador, “não temos rei senão César”, esta é a mente do mundo se expressando através do judeu, através do intelecto, no qual o homem prefere crucificar seu Salvador e adorar seu tormento a crucificar seu tormento e adorar seu Salvador; esta é a escolha entre a matéria e o Espírito. Se você escolhe a matéria, crucifica o Cristo do seu próprio ser; se escolhe o Cristo do seu próprio ser, deve então crucificar a matéria. Um deles será crucificado, e você faz sua escolha com base em quem você é: se você é um ser material, você crucificou o Cristo; se é um ser espiritual, deve crucificar a matéria. Essa é a escolha que todos nós enfrentamos. 

Muitos de nós estamos prontos; para outros, seria prematuro esperar que fizessem tal escolha. É preciso passar por muitas coisas antes que tal escolha possa ser feita; não se pode fazê-la mentalmente, pois uma escolha mental não teria poder por trás dela, você acaba tropeçando. A única maneira de fazê-la é saber quem você é, conhecer certos princípios sobre como viver nessa escolha e, então, lutar por ela. Se você não possui esses princípios e não sabe quem é, dizer “eu faço essa escolha” seria tão inútil quanto 5.000 pessoas subirem ao púlpito e dizerem “eu me comprometo com Jesus Cristo”: as palavras não significariam nada, não afastariam nenhum germe.

É aquela consciência desperta da Presença de Cristo — onde a flor aparece, onde o animal aparece, onde a pessoa aparece, onde a árvore aparece; é a consciência desperta de que você caminha, se move e respira em um universo espiritual; é o conhecimento consciente de que tudo ao seu redor é a Vida única e viva de Deus e nada mais. 

E, por mais difícil que isso possa parecer… às vezes aprendemos, pela boca das crianças, que essas coisas que parecem tão distantes da nossa consciência não são em um momento ou outro, tão distantes da consciência dos jovens.

young hispanic student outdoors with notebook
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Nesta sala de aula, na quarta-feira passada, havia cerca de 20 pessoas; eram alunos do ensino médio, metade deles chineses, um japonês, e os outros, rapazes e moças americanos. Suponho que a faixa etária fosse de 15 ou 16 anos; eles estavam aqui com seu professor, queriam saber do que se tratava tudo isso, então pediram: “Faça uma pequena palestra para nós”. E depois houve perguntas, período de perguntas e respostas, e o rapaz japonês levantou a mão e fez a pergunta mais estranha que já ouvi. Acho que ele nunca tinha ouvido essa mensagem antes, acho que nenhum deles tinha, mas ele disse:

“Bem, então existe apenas uma vida?” E eu simplesmente não conseguia acreditar no que estava ouvindo; trabalhamos nove anos para transmitir essa mensagem e não sei o que havia sido dito antes, mas ele simplesmente olhou para mim e essa foi a sua pergunta: “Existe apenas uma vida?” Então, como um rapaz de 17 anos, que nunca tinha ouvido essa mensagem ou qualquer mensagem desse tipo, chegaria ao ponto de perguntar “existe uma vida?” e de estar disposto a aceitar tal coisa? Ora, se você é Jesus Cristo, você não vê Pilatos, os judeus e César; você vive em uma única vida, e uma única vida não se volta contra si mesma, não crucifica a si mesma, não adoece nem se destrói.

Se você vive na Vida Única, vive naquilo que é imune a qualquer forma de destruição; portanto, qualquer coisa que lhe pareça diferente dessa Vida Única perfeita chega até você apenas como uma condição temporária, existente apenas na falsa consciência; é apenas um sinal de que, naquele momento, você não está na consciência da Vida Única. Então, você retorna à consciência da Vida Única e aguarda que a ilusão de tal condição seja dissolvida pelo Pai interior.

No momento em que você está na consciência da Vida Única, sua própria identidade emite o julgamento, não Pilatos; todo julgamento é feito com retidão pelo Espírito do seu próprio ser, através da Graça. E, mais uma vez, revela-se que as condições que o afligem não têm poder, nem substância, nem lei, nem ordenação divina. Eu e o Pai somos Uma só vida.

Nenhuma pessoa está onde você está; o Espírito de Deus está lá, o Cristo está lá, a luz de Deus está lá, a vida de Deus está lá, a Perfeição de Deus está lá. O que é essa pessoa física? É uma colagem cósmica de muitas ideias e pensamentos diferentes na mente universal, que agora cristalizamos na aparência chamada forma. A mãe diz: “Este é o meu bebê”, “este é o meu bebê que cresceu e se tornou um jovem adulto”. Não há mãe ali, nem homem que cresceu e se tornou um jovem adulto; há o Espírito invisível de Deus, que assim o declara. Deus diz isso. Deus não é o Pai de uma criança humana em crescimento — você encontra muitas delas sob lápides. Deus não tem filhos humanos; Deus não é o Pai de pessoas; Deus não faz acepção de pessoas. É hora de aceitar a Palavra de Deus, e não a palavra do intelecto, de César ou de Pilatos. 

Então você luta pela posse da sua mente: ou ela é possuída ou Você a possui; ou ela é dominada ou Você a domina. A posse da sua mente significa que você deve se posicionar diante dessas forças opostas da realidade e da irrealidade: a Árvore da Vida (o Espírito) e a árvore do conhecimento do bem e do mal (a falsa crença em matéria boa e matéria má). Onde você se posiciona e como se posiciona determina qual delas o domina e qual Você domina.

E, se a sua mente não for sua própria posse, ela estará sendo possuída, e você sairá adorando a César, sem sequer perceber que é isso que está fazendo. Agora, nesse ponto, essa questão foi esclarecida o suficiente, para que o que se segue apenas confirme o que discutimos, e é necessário que você encontre essa confirmação na Bíblia, para ver que o Espírito está conduzindo você não à crucificação de Jesus Cristo, mas à crucificação do seu falso senso de eu humano. Caminhar com Jesus através das provações e da crucificação é um sinal de que ele alcançou, neste mundo, a crucificação do falso senso de “Eu”. Jesus demonstra isso, João registra isso; eles trabalham como uma equipe.

João é o único Filho de Deus na Terra quando Jesus deixa a Terra; João representa a sua Alma e Jesus representa o seu Espírito. À medida que o Espírito se despoja da crença na forma,  pois o Espírito só pode se comunicar através da sua Alma. E Jesus se comunica com o mundo através de João: assim como Cristo se comunica através da sua alma. Você descobrirá que a era de João é a próxima era que viveremos. Já tivemos a era de Jesus Cristo e ela continuará, mas agora haverá uma amplificação da obra de João, que representa a Alma da Humanidade, a Alma universal do homem; e, a menos que você encontre João em si mesmo, continuará vivendo sob o domínio de Pilatos dentro de você.

João é agora designado por Jesus como o Filho de Deus; Jesus chama sua mãe e diz a João: “Eis o teu filho”, e a ela: “Eis a tua mãe”. Somos informados de que todo aquele que vem a Cristo é filho de Maria; quem quer que venha a Cristo é filho de Maria, ela não tem filhos humanos. “Eis o teu filho”, diz Ele, apontando para João, mas João não é seu filho físico; ela não o gerou em seu ventre. Ele é seu Filho porque aceitou o Cristo; ele crucificou o senso pessoal de João; ele se despojou do ego. A Pedro, que havia questionado algo sobre João, o Mestre disse: “Que te importa se Eu quiser que ele permaneça?”

Aqui, essa permanência refere-se a João continuando nesta Terra quando Jesus parte dela, pois João é o único que pode receber a Voz; João é o símbolo da sua alma, que recebe a Voz. Portanto, o Evangelho de João é o evangelho da Sua Alma. A salvação não se dá pela fé em uma pessoa transformada em Deus; a salvação não se dá pela fé de forma alguma. A salvação ocorre através da aceitação da Identidade espiritual, e o instrumento pelo qual você aceita a identidade espiritual é João, sua alma o eleva acima do judeu. João o leva ao lugar onde sua alma, recebendo a Luz do mundo, o retira da escuridão da matéria; caso contrário, “a luz está no mundo, mas as trevas não a recebem.”

Todo o Evangelho de João é o evangelho da sua alma; há uma revelação: o evangelho da sua alma. E a Revelação viva é o Eu interior falando com você através da sua alma. Então você transcende a mente, entra na mente incondicionada da realidade, vive no seu Eu permanente e é conduzido ao corpo que é imperecível.

Estes são alguns dos pontos principais deste capítulo, examinamos mais alguns deles; creio que podemos nos deter nisso por algum tempo. No entanto, é importante notar que os principais sacerdotes responderam: “Não temos rei senão César”. Isso ainda é verdade hoje; dizem-nos que a religião ainda acredita na matéria e no poder material, que as religiões hoje adoram o Véu, que as religiões atuais não nos conduzirão à nossa individualidade espiritual; elas pregam que a fé é o caminho para a salvação, e não é. Apenas ao seu Eu espiritual traz salvação. Não há um Eu permanente alcançado após morte, O Eu permanente deve ocorrer antes da morte, na Consciência, e ser vivido. 

“Então ele o entregou a eles para ser crucificado, e eles levaram Jesus.” 

Pilatos, o administrador cede. Nós cedemos à mente do mundo, aos poderes materiais do mundo, e nossa mente individual é forçada a realizar essa ação. Nós estamos entregando Jesus agora; estamos entregando Cristo a eles para serem crucificados. “Eles levaram Jesus.” Os judeus o levaram. O judeu, representando o intelecto, conduz o Cristo.

A situação está invertida; quando conhecemos a Verdade, é Cristo quem nos conduz — nós não conduzimos o Cristo. Mas veja, este é um relato da condição do mundo: o intelecto conduzindo o Cristo. Está tudo invertido; esse é o significado de “arrepender-se”,  estamos na direção errada e precisamos mudar de direção novamente. Mude de direção; não conduza o Cristo como os judeus fizeram aqui, mas mude de direção e deixe o Cristo conduzi-lo. Isso significa que não há um eu pessoal onde você está; se houver um eu pessoal, você estará sempre conduzindo o Cristo, você precisa cuidar desse eu pessoal, em vez de deixar Cristo viver a si mesmo através de você. “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive a minha vida”; não sou ‘eu’ quem conduz, é Cristo quem conduz Paulo, pois não há Paulo, há apenas Cristo; não há um ‘eu’ pessoal. Agora, como enfrentar tal situação: a ausência de um eu pessoal? 

Volte à rosa. Ela é uma porta de entrada: a rosa que você vê hoje desaparece amanhã; ela morre. A pessoa que você vê hoje desaparece amanhã; ela morre. O que você vai fazer? Esperar que isso aconteça? Atravesse a porta. Claro, é uma rosa linda; ela não será menos bela porque você diz que o Espírito está ali  e não uma rosa. E, certamente, é bom ter aquela pessoa por perto, mas essa pessoa ainda estará ali. Atravesse a pessoa, encontre o Eu permanente que está lá. Portanto, volte-se para o Espírito, reconheça-o, viva por ele, reconheça em todos os seus caminhos o Espírito invisível, até que algo em você esteja surgindo: a capacidade de agir do Espírito invisível, de João em você; a Alma está surgindo, até que a alma do mundo seja elevada, até reconhecermos o Universo Espiritual invisível ao nosso redor; agora, devemos atravessar essa “Rosa”, devemos atravessar essa pessoa, devemos atravessar cada Pilatos, cada poder, cada condição; e, à medida que você se desenvolve e se treina nesta disciplina de atravessar a aparência e a condição materiais e a pessoa material. E ao não fazer isso, você continua crucificando a si mesmo (você que é o Cristo). No caso de Pilatos, houve um intervalo de seis anos entre a crucificação de si mesmo e o seu suicídio final; conosco, podem ser 20 ou 30 anos, mas é inevitável se você crucificar. Aquele “Você” que finalmente se revela indivisível. Com a sua morte e se você não o crucificar, descobrirá que é imortal; e aquilo que parece ser a sua morte não é mais a sua morte do que foi a morte de Jesus Cristo; a sua morte é simplesmente uma aparência, se você aprender a crucificar o “você” que não é real e viver no “Você” que é o Eu que é perfeito agora, assim como o Pai.

Agora, é aqui que a disciplina difícil se torna algo diário; não é algo que se ouve numa aula, mas que se pratica com cada inseto que você vê. Com cada inseto, com cada pulga, com cada manchete de jornal, com entes queridos e com aqueles que você odeia; você pratica isso com o sujeito que pega o seu dinheiro atrás do guichê do banco, você pratica isso com o açougueiro, com o padeiro, você pratica isso com aquilo que está no seu prato para você comer hoje; você olha através disso para o invisível e então se coloca diante do espelho e olha através daquela imagem e declara a si mesmo como o Eu invisível.

woman wearing cap with carnation
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Fim do Lado Um

Seminário “Realização da Unidade” -1972 – Por Herb Fitch 



Categorias:Estudantes do Caminho Infinito, Herb Fitch

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3 respostas

  1. Avatar de arquitetadaoracao

    Fiz comentários mas não está aparecendo q publicou

  2. Avatar de arquitetadaoracao

    E essa imagem última muitíssimo comunica o comportamento incondicional incontestável espiritual

  3. Que jubiloso receber essa msg no 10 / 10 desse atemporal. Estava agora mesmo com uma saudade das suas msgs Deia Deus, qdo está especial chegou!!! Tenho uma grande ligação com a rosa q é uma rosa tanto a descrita por Joel, qto a de santa Teresinha do menino Jesus, q para mim é a mesma rosa 🌹 imperecível invencível da unidade. Qto a Bíblia sempre ameiii a leitura meditativa revelada e o evangelho d João É sumidade incomparável! Além do Apocalipse,meu livro preferido, do manuscrito do livro da nossa vida vivaaaaa ilimitada! Para o meu EU Sagrado está claríssimo q são consciências espirituais bem colocadas. E por isso a Bíblia sempre é novidade espetacular! Todo o resto nem resto é, do q vale a informação q nada informa.

    O lugar das pedras onde Jesus foi entregue conta a imensidade da pedra única q bastou, a pedra do não-dual. Onde não se decide por emoções e sensações, nesse avanço essas questões se quer existem . Nada fabricam. De fato a covardia traz a indecisão . A postura ao reino espiritual é dos decididos. E no universo espiritual CRÍSTICO não há divisões ou dúvidas, qto mais facções. Muitíssimoooo honrada por presenciar a beleza do gozo ininterruptooo espiritual dessa publicação. Degustando sem medidas…ALOHOUUU para valer! Amando além do amor ser verdade abençoadíssima q somos!!! Joel gritando d alegria total….

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