Nossa Real Existência

Nossa verdadeira existência é como o Espírito, e só abandonamos o falso sentido de vida material na medida em que percebemos isto. Vemos então que a vida física, do homem, do animal e da planta não passa de um sentido enganoso da existência; aquilo que geralmente nos preocupa com as chamadas necessidades da vida material é, de fato, desnecessário; que embora todas as belezas que contemplamos apontem para uma criação de Deus, elas não são a criação espiritual e perfeita de Deus; que as aparências de doença, de envelhecimento e morte não fazem absolutamente parte da vida real. Quando atingimos este estado de consciência, começamos a ter vislumbres da eterna existência espiritual, intocada pelas condições materiais ou pensamentos mortais. Quando damos as costas para o mundo sensorial, que podemos ver, ouvir, cheirar, saborear e apalpar, temos visões inspiradas que nos mostram a terra como criação de Deus.

No trabalho de cura, temos de dar as costas para o mundo físico, assim como o vemos. Temos de lembrar que não fomos chamados para curá-lo, para mudá-lo, para corrigi-lo ou salvá-lo; temos de perceber, antes de mais nada, que ele existe só como uma ilusão, como um sentido da vida totalmente falso. E deste ponto elevado de consciência, nós olhamos, através do sentido espiritual, para a “casa que não foi construída com as mãos, eterna no céu”. 

Temos o hábito de considerar certas pessoas como bons provedores, bons merecedores, bons vendedores ou curadores. Entendamos isso corretamente. Nunca é uma pessoa, e sim um “estado de consciência” que cura, que regenera, que pinta, escreve ou compõe. O estado de consciência se manifesta a nós como pessoa por causa do conceito finito que temos de Deus e do homem. Ficamos com frequência desapontados quando as pessoas não consegue viver de acordo com a imagem que formamos delas. E isto porque lhe atribuímos as boas qualidades de consciência; e quando a pessoa falha em viver de acordo com tais qualidades, que nós acreditamos erroneamente ser a pessoa, sofremos. 

Na Bíblia, nos deparamos com as figuras de Moisés, de Isaías, de Jesus e de Paulo. Percebemos que Moisés representa o estado de consciência chefe, ou liderança; Isaías nos apresenta a profecia; Jesus mostra a consciência messiânica, ou a Graça da salvação e da cura; e Paulo traz a consciência do mensageiro, do pregador ou mestre. Contudo, sempre se trata de um estado de consciência específica que se manifesta a nós como homem. George Washington representa certamente a consciência da integridade nacional; Abraham Lincoln, a consciência da integridade e da igualdade individuais.

Pensando em nós mesmos, vamos esquecer nosso “estado humano” e “qualidades humanas” e tentar compreender o que nós representamos como consciência, para então percebermos que esta Consciência que se expressa como nós é também o que nos mantém e faz prosperar em nossos esforços.

O fracasso muitas vezes vem da crença que nós expressamos Deus, ou Vida, ou  Inteligência ou as qualidades divinas. Isso nunca é verdade. Deus, Mente, expressa eternamente a Si mesmo e Suas qualidades. Mente, Vida, Espírito, nunca pode falhar. Nossa tarefa é aprender a relaxar e deixar que nossa Alma se expresse. O egotismo é a tentativa de ser ou de fazer algo pelo esforço pessoal, físico ou mental. “Não tomar pensamento” é nos abster do pensamento consciente e deixar que as ideias divinas preencham nossa consciência. Uma vez que somos Consciência espiritual individual, podemos sempre confiar que a Consciência realize a Si mesma e a sua missão. Somos o espectador e testemunha desta Atividade Divina da Vida expressando e realizando a Si mesma.

Mais e mais devemos nos tornar o espectador ou testemunha. Temos de ser observadores da Vida e Sua harmonia. A cada manhã temos de acordar ansiosos para ver um novo dia que revele e desdobre, a cada hora, novas alegrias e vitórias. Diversas vezes por dia temos de perceber conscientemente que estamos testemunhando a revelação da Vida eterna, o desdobramento da Consciência e de Suas infinitas manifestações, da atividade do Espírito e de Suas grandiosas formas. Em cada situação do nosso dia-a-dia, aprendamos a ficar por trás de nós mesmos e ver Deus ao trabalho, testemunhar a ação do Amor nas nossas vicissitudes e esperar que Deus Se revele em tudo que nos rodeia. 

Temos de perceber, toda noite, que o nosso descanso não nos leva a uma interrupção da atividade de Deus sobre nossa vida, mas que o Amor é a influência protetora e a substância do próprio descanso, que a Consciência nos transmite suas ideias mesmo durante o sono, que o Princípio é a lei que nos guia durante a noite toda. Nada de externo pode penetrar em nossa consciência para nos perturbar, e esta verdade fica de sentinela ao portal de nossa mente, para permitir o acesso só à realidade e suas harmonias. 

Sejamos observadores, testemunhas; vejamos o desvelar-se do Cristo na nossa consciência. 

Nosso verdadeiro intento é mais a obtenção da Harmonia espiritual do que a continuidade do enfoque material da existência, com mais facilidades e conforto.

Há um estado de guerra permanente entre a carne e o Espírito, e isso continuará enquanto mantivermos o sentido de identificação corpórea, mesmo pequeno. A tentativa de trazer o Espírito e suas leis para atuar sobre as concepções materiais, é o que constitui esta guerra, e a paz só poderá ser alcançada quando o sentido material do universo e corporal do homem tiverem sido superados. 

Observe com quanta frequência tentamos aplicar alguma verdade metafísica a algum problema humano, e descobrirá a razão do conflito dentro de você. Nosso verdadeiro intento é mais a obtenção da harmonia espiritual do que a continuidade do enfoque material da existência, com mais facilidades e conforto. Nos momentos iniciais de nossa busca da Verdade, não tínhamos provavelmente outra  preocupação que não curar um corpo doente, fazer um pobre mais próspero ou transformar um pecador em alguém ético. Não há dúvida de que, ao nos tornarmos um praticante ou mestre de consciência espiritual, parecíamos ter atingido esta finalidade, e por algum tempo continuamos a “usar” a Verdade, ou Deus, para direcionar nossa concepção material do homem e do mundo. Foi só com a continuação de nossos estudos e da meditação que nos apercebemos do conflito interior. Nos regozijamos com momentos de grande elevação; nós caímos no vale da incerteza; conseguimos vitórias e amargamos fracassos; oscilamos entre as aparências de bem e de mal, sucesso e fracasso, espiritualidade e mortalidade, saúde e doença. Este é o conflito interior que se evidencia como uma guerra entre a carne e o Espírito. E isso só terminará quando abandonarmos o conceito de mortalidade e a identificação corporal para alcançarmos a consciência da Existência espiritual.

“Meu reino não é deste mundo” representa o fundamento da construção de uma nova e mais alta consciência. A vontade e a capacidade de olharmos para além do sentido material de pessoa e coisa, e de perceber o homem e o universo da criação de Deus, são fatos essenciais. 

Ganhar mais dinheiro não é suprimento espiritual; poupar mais não significa segurança; saúde física não é necessariamente a base de Vida Eterna: tudo isso constitui meramente uma crença humana melhorada! O estudioso avançando, abandonará aos poucos sua tentativa de melhorar crenças ou aspectos, o “estado humano”, para que a verdade da Existência espiritual possa desabrochar em sua consciência. O reino espiritual é a fonte da saúde que é, na verdade, a eterna harmonia do ser; é uma consciência de suprimento sem limites, e que é obtido sem forçar pensamentos. Lembre-se, contudo, de que não estamos associando novamente Deus, ou o Espírito, com o conceito humano de saúde e suprimento. Estamos, antes, entrando na Consciência da saúde e suprimento Espiritual. Até aqui, nossos esforços foram na direção de manifestar maior harmonia e domínio em nossos negócios terrenos. É verdade que esta consciência de ser celestial “parece” resultar num viver humano mais harmonioso, mas estas são “as coisas adicionais”, que seguem a busca do céu e de sua justiça. E será visto como sendo muito diferente do conceito humano de bondade, e este conceito mais elevado é o que devemos estar buscando. 

“Meus pensamentos não são os teus pensamentos e os meus caminhos não são os teus caminhos.” Isaías 55:8

Por esta razão não tentamos pensar mais ou melhores pensamentos humanos, ou tornar nossos caminhos humanos mais suaves. Nós realmente estamos procurando aprender os pensamentos de Deus e os caminhos de Deus. 

Nesse estado de desdobramento, percebemos a necessidade de abandonar toda preocupação por nós mesmos e por nosso próprio bem-estar. Estamos aprendendo que a preocupação por nosso bem-estar pessoal está se construindo na areia, enquanto uma vida dedicada à busca da Verdade é um alicerce de rocha sobre a qual podemos construir o eterno templo da vida. A felicidade duradoura e prosperidade são encontradas quando temos um Princípio ou uma Causa a que podemos nos dedicar.

Estamos agora encontrando menos de si em nossa existência, e assim, abrindo espaço para a revelação e o desdobramento do nosso Eu divino. 

Nesse Eu, descobrimos a nossa perfeição e a infinitude de nosso Ser. Aqui também descobrimos o motivo de nossa existência. 

Deus evoluiu o mundo e tudo o que nele existe. O que nós contemplamos através dos “sentidos” não é esse mundo, mas um conceito finito e falso do mundo da criação de Deus.

 À medida que nos elevamos em termos de consciência, começamos a perceber o universo espiritual e algo do seu propósito. 

Aquele que encontrou seu Eu interior, descobre, “Tem Consciência”, que ele é um com todos os homens, animais e coisas. Ele sabe agora que aquilo que afeta um, toca tudo…o que abençoa um, abençoa todos. A universalidade desta verdade é encontrada em todas as Escrituras, como pode ser visto nestes exemplos: 

Conquista o homem avarento, com um presente. 
A caridade é rica em recompensas; a caridade é 
a maior riqueza, pois embora se espalhe, não 
 traz arrependimento. 
Escritura Hindu

Deles era a plenitude dos céus e da terra; 
quanto mais davam aos outros, mais possuíam. 
Escritura Chinesa

Dê àquele que é teu parente o que lhe é devido, 
e dê também aos pobres e aos viajantes. 
E os bens que envias adiante da tua alma, 
achareis com Deus. 
Escritura Turca

E mais abençoado dar que receber… 
Dê, e te será dado; uma medida boa, compacta,
sacudida e transbordante, será posta no teu colo. 
Pois com a mesma medida com que medis, 
tu também serás medido. 
A Bíblia 

Quando percebemos nossa unidade, ou unicidade com toda a criação, nos tornamos mais amáveis, gentis, pacientes e compreensivos. Só então cumprimos o grande ensinamento “Ama teu próximo como a ti mesmo” e só então temos um vislumbre do reino de Deus, do templo “não construído com as mãos”, do homem e do universo criados por Deus. É este homem Espiritual, o homem da criação de Deus, que foi dado o domínio sobre toda a terra. 

Não há mistério algum, referente à vida interior, exceto o mistério da piedade. Todos os que pensam estão preocupados com seu bem-estar, com o bem-estar da família e da comunidade, do seu país ou mesmo do mundo. Contudo, a experiência logo os convence de que não há esperança para a humanidade nas pessoas ou nos poderes deste mundo. Os homens são por demais egoístas. No geral, estão demais ocupados e preocupados com seus próprios interesses para serem totalmente altruístas em sua atitude diante do mundo. Os mais ambiciosos são com frequência dotados de maiores realizações físicas ou mentais, e logo se sentam no trono dos poderosos e o mundo então é dirigido por aqueles que carecem de integridade e de amor. Os políticos raramente se elevam acima de seu próprio egoísmo, e o eventual homem estadista perde-se no cenário.

Aqui e ali no mundo existem aqueles homens e mulheres inspirados que anseiam pelo alvorecer do dia da irmandade do homem. Seus corações doem com o ridículo constante de homens de boa vontade e pelo sucesso sempre recorrente e dos embriagados pelo poder e dos ávidos de dinheiro, que se repetem a cada geração. Estes nobres visionários são golpeados, entre a sua esperança de progresso da humanidade e a percepção da futilidade de superar as forças do mal que atuam no pensamento humano. Talvez a mesma pergunta ocorra a cada um deles: Não haverá um poder para impedir este reino do mal, para deter as guerras, para evitar a fome e a peste?  Está o homem desamparado diante dos quatro cavaleiros?

A busca de libertação das provações e das atribulações da experiência humana começou. É realmente uma busca por Deus, e ela começa em qualquer lugar na consciência em que o indivíduo possa se encontrar. Se ele tiver um forte sentido religioso, com o suporte de uma Igreja, pode encontrar o Poder na fé recíproca, em algum credo ou dogma ou alguma forma específica de adoração. O intelectual buscará, sem dúvida, o Poder no campo da filosofia, ou em um dos ensinamentos religiosos filosóficos. Mais recentemente, a busca pode se orientar para os ensinamentos metafísicos ou para as práticas orientais de yoga. Sem dúvida, muitos irão passar de um estágio para outro, sempre buscando Deus ou o Poder que possa deter o reinado da mortalidade. 

 Um dia, algo acontece “dentro”… A consciência se expande e vê aquilo que antes era invisível. Sentimos um fluxo de calor: uma Presença, antes desconhecida, torna-se tangível, muito real. Isto, muitas vezes, é uma experiência passageira. Pode-se até não ter certeza de que ocorreu. Permanece na memória, mais como um sonho do que como uma realidade, até que isso aconteça novamente, e desta vez mais claramente, mais definido, e, talvez, durando mais. Aos poucos se fixa na nossa consciência a realização de uma Presença sempre presente. Esta Presença pode ser sentida como se estivesse a espreita no fundo da consciência de alguém. Por vezes se torna uma Presença imperiosa, que domina a situação ou a experiência do momento.

Nesse momento, contudo, o mal está se tornando menos real; a doença não é tão aguda; o estresse financeiro e mesmo a falta aos poucos, cedem caminho para a suficiência; a preocupação consigo mesmo desaparece, enquanto as necessidades são satisfeitas sem ter pensamentos, sem planejar, preocupar-se ou temer. As pessoas ou os poderes que antes temíamos, se esvanecem agora da visão, desaparecem da nossa vida, ou então são vistas por sua impotência. Os desejos se fazem menos agudos. Os medos se evaporam. Segurança, confiança, atenção e entusiasmo se tornam evidentes, não apenas para o individuo, mas também para aqueles que são atendidos e com quem lidamos em toda vida cotidiana.

A Presença interior torna-se também um Poder interior. De uma experiência ocasional, torna-se a consciência constante. A força de dor e do prazer na vida externa diminui, ao passo que nos tornamos conscientes de poderes internos que são reais, e que produzem e governa a vida exterior de forma harmoniosa e frutífera. Não há mais o medo dos males do mundo exterior, nem há o prazer intenso nas alegrias do mundo exterior. É possível ter os prazeres do mundo e apreciá-los, ou não tê-los e não sentir falta deles. O que passa a existir, é uma alegria constante interior que não precisa de estímulos externos. 

Nesta Consciência… Deus é encontrado para ser a Luz interior ou, pelo menos, esta Luz é sentida como uma emanação de Deus. Deus é sentido como uma Presença, ou uma Influência divina interior. E é sentido por aqueles que entram em contato com o homem que encontrou seu Eu interior. Reflete-se em saúde e sucesso. Irradia dele como os raios irradiam do sol. Encontrando sua vida interior, o homem encontra a paz, a alegria, a harmonia e a segurança. Mesmo em meio a um mundo falido, ele permanece imóvel e intocado é a exata presença do Ser imortal. Quando não mais estamos limitados pelos cinco sentidos físicos e alcançamos, mesmo que em parte, o sentido espiritual, ou a Cristo-consciência, nós não mais nos sentimos limitados pelos termos aqui ou lá, agora ou daqui em diante. O que há é um entrar e sair sem qualquer senso de espaço e de tempo, um desdobramento sem grau, uma realização sem um objeto.

Nesta Consciência o sentido finito desaparece e a visão é sem limites. A vida é vista e entendida como forma irrestrita e beleza ilimitada. Mesmo a sabedoria das eras será abarcada em um momento. A morte desaparece e vemos novamente aqueles que foram separados de nós por esta barreira tida como intransponível. Esta comunhão não é a comunicação como é entendida nos ensinamentos espíritas; é antes uma conscientização da vida eterna, intocada pela morte. É a realidade da imortalidade que é percebida e compreendida; é uma visão da vida sem começo nem fim. É a Realidade trazida à luz. Nesta consciência, não há barreiras físicas de espaço e de tempo. A visão abarca todo o Universo; preenche o tempo e a eternidade; inclui todos os seres. 

Nessa luz, vemos não com os olhos; ouvimos sem os ouvidos; compreendemos coisas que desconhecíamos. Onde nós estamos, Deus É, pois não há mais separação ou divisão. Aqui não há recompensas ou punições. Harmonia É. A vida não depende de processos; nós não vivemos só de pão. Temos a sensação de espreitar para o céu e ver o que olhos mortais não pretendiam ver. O sentido espiritual não está envolvido com bem humano e ainda assim, esta Cristo-consciência revela a harmonia do ser que se apresenta como nossas experiências humana em formas disponíveis para nossa circunstância presente. Embora o “meu reino não é deste mundo”, “vosso Pai sabe que precisais destas coisas” e Ele supre suas necessidades antes mesmo de você pedir

...e disse para Seus discípulos: "Portanto vos digo: não tenha pensamentos por
tua vida, pelo que haveis de comer; nem com o vosso corpo, pelo que haveis de 
vestir. 
A vida é mais que a carne e o corpo mais que as vestes.
Considerai os corvos, eles não semeiam, não colhem, nem têm despensa nem 
celeiro; entretanto, Deus os sustenta. Quanto mais vocês são melhores do que as aves? 
E qual de vós, com pensamentos, pode acrescentar um só côvado à sua estatura? 
Se vós, pois, não podeis fazer nem as mínimas coisas, por que pensais acerca do resto? 
Considerais os lírios, como crescem; não trabalham, nem tecem; contudo vos digo: nem Salomão, em toda sua glória, jamais se vestiu como um deles. 
Se Deus, portanto, veste assim a erva que hoje está no campo e amanhã é 
lançada ao forno, quanto mais a vós, ó pequeninos! 
Não indagues pois o que haveis de comer ou que haveis de beber; e não andeis com dúvidas da mente. 
Porque os homens do mundo é que se preocupam com todas estas coisas; mas 
O vosso Pai bem sabe que precisais de tudo isso. 
Buscai antes o reino de Deus e sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas 
por acréscimo. 
Não temas, pequeno rebanho, porque foi do agrado de vosso Pai dar-vos o 
reino". Lucas 12 :22-32
 

Joel – O Caminho Infinito – Capitulo IV



Categorias:Estudantes do Caminho Infinito

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6 respostas

  1. A realidade inqualificável da PRESENÇA imperiosa desse capítulo tão bem transcrito do caminho infinito, do revelador CONSCIÊNCIA consciente residente ETERNAMENTE no legado d DEUS VIVO em JOEL, É tão verídica no existir sagrado q presencio em mim q não tenho como relatar… ia lendo e vivenciando cada entrelinha tão familiar do meu SER. Mais uma vez agradeço irmã Andreia CONSCIÊNCIA LUZ ADMIRÁVEL por reportar verdade extravagante do REINO INTERIOR. Tão rendida e comovida por desmembrar tamanha Glória imensurável CONSTANTE. ALOHA em elevação máxima cósmica acima do Paraíso imutável superior!

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    • Como que esse estado de SER!

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      • Esse estado do SER É o reconhecimento completo q DEUS É sua VIDA. Realizar exige prática e soltura de todo tipo d crença mortal e ditas limitações humanas ( mente e corpo) . É um estado livre do SER. Inconceitual, imaterial e já recebi até o termo infísico. É
        Onde se rompe com todo senso fictício sensorial e passa a ser o q se É: DEUS MESMO. Sentindo com o sentir dele. Vendo com o emxergar dele. Tocando com o tocar DELE. Qto mais familiar vce está com a verdade mais pensará com o pensar de DEUS e viverá como ELE vive. Um estado de consciência alcançado na sabedoria espiritual , discernido sem cessar na devoção VERDADEIRA INTEGRAL. Praticar d maneira INCANSÁVEL e SORRIR bastante para essa única REALIDADE. Assim se faz! Feliz quem chega nesse entendimento. Agradeço nossa comunhão INTERIOR, meu irmão LUZ irradiante do CRISTO Luiz. És eleito da GRAÇA! Há muito estás PRONTO. ALOHA!!!

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      • Amém irmã Lisa, você sendo essa DEIDADE VERDADEIRA, só pode esta certa que sou eleito da GRAÇA. ALOHA!

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      • Digo: enxergar dele.

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  2. Acho o mais importante falar sobre o reino dentro de nós ,buscai primeiro o reino ,sem esse contato com o reino nada existe nada e continuamos filhos do homem. portanto todos os esforços todas as concentrações meditações e etc devem se voltar para achar primeiro dentro de vós o rei encontrar o reino que não é desse mundo é do seu mundo interno de sua consciência faça o contato com Deus e tudo lhe será acrescentado.

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